No Roda Viva, Daniela Lima recebe o jornalista e escritor Laurentino Gomes. Autor de Escravidão, primeiro volume de uma trilogia destinada a contribuir com importantes dados e análises para a compreensão desse longo período na história do País, Gomes responderá a questões como: Quantos milhões de escravos, vindos da África, o Brasil recebeu? Quanto tempo durou a escravidão? Qual é a verdadeira história do Quilombo dos Palmares e do herói Zumbi? Por que a carta de Pero Vaz de Caminha ao rei de Portugal permaneceu como um documento secreto durante séculos?
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quinta-feira, 5 de dezembro de 2019
Roda Viva: Laurentino Gomes
No Roda Viva, Daniela Lima recebe o jornalista e escritor Laurentino Gomes. Autor de Escravidão, primeiro volume de uma trilogia destinada a contribuir com importantes dados e análises para a compreensão desse longo período na história do País, Gomes responderá a questões como: Quantos milhões de escravos, vindos da África, o Brasil recebeu? Quanto tempo durou a escravidão? Qual é a verdadeira história do Quilombo dos Palmares e do herói Zumbi? Por que a carta de Pero Vaz de Caminha ao rei de Portugal permaneceu como um documento secreto durante séculos?
sábado, 30 de junho de 2018
Eleições 2018 - Jovem Pan sabatina Jair Bolsonaro
Em sabatina ao Jornal da Manhã da Jovem Pan na segunda-feira (22), o deputado federal e pré-candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) falou que “não tem obsessão pelo poder” e que “tanto faz” quem vai para um eventual segundo turno com ele, que lidera as pesquisas de intenção de voto. Confira a entrevista na íntegra.
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
Jaime Pinsky participa do Programa do Jô
Não achei o vídeo no youtube, mas o link direciona para o globoplay.
Entrevista com Jaime Pinsky.
Jaime pinsky no programa do Jô
5.1. Fundador (1987) e Sócio Diretor e Editor da Editora Contexto
5.2. Criador e diretor da Editora da Unicamp (1982-1986)
5.3. Colaborador da Editora Atual, onde criou e dirigiu a coleção “Discutindo a História”
5.4. Colaborador da Editora Global, onde criou e dirigiu as coleções de livros “Temas”, “Teses”, “Textos”, “História Popular”
5.5. Membro do Conselho Editorial da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo (1985)
5.6. Assessor Editorial da FLE (Fundação do Livro Escolar) da Secretaria de Educação de São Paulo (1983-1984)
5.7. Co-fundador, membro do conselho editorial e colaborador da revista Religião e Sociedade(publicada a partir de maio de 1977)
5.8. Colaborador da Editora Hucitec, onde criou e dirigiu a área de ciências humanas.
5.9. Criador e diretor da revista de Ciências Humanas Contexto (1976-1978)
5.10. Criador e diretor da revista de Ciências Sociais Debate e Crítica (1973-1975)
5.11. Co-fundador e membro do conselho editorial da revista Anais de História, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Assis, no tempo em que trabalhou nessa faculdade.
5.12. É sócio e foi diretor e vice-presidente da Câmara Brasileira do Livro.
6. ATIVIDADES NA MíDIA
Como intelectual público é constantemente solicitado a explicar o mundo e o Brasil na mídia, tendo participado de programas como Roda Viva e Jornal da Cultura (TV Cultura), Globo News Painel, Jornal da Dez e Almanaque (Globonews), Jô Soares (SBT e Globo),Jornal Nacional e Fantástico (TV Globo), além de numerosas entrevistas na TV Gazeta, TV Bandeirantes. É freqüentemente entrevistado pelas rádios Eldorado, CBN, Bandeirantes, Globo e Cultura, entre muitas outras.
Entrevista com Jaime Pinsky.
Jaime pinsky no programa do Jô
JAIME PINSKY
CURRÍCULO
1. TÍTULOS
1.Professor Titular concursado de História da Unicamp – Universidade Estadual de Campinas - área de História Antiga e Medieval (abril de 1986).
2.Professor Adjunto em História pela Unicamp – área de História Antiga e Medieval (março de 1981).
3.Livre-docente em História pela USP - Universidade de São Paulo - área de História Medieval (1977).
4.Doutor em História Antiga pela USP (1968).
5.Pós-graduado em História Antiga pela USP, após o cumprimento das atividades programadas do biênio 1966-1967
6.Bacharel e Licenciado em História (1961-1965) pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Sorocaba.
2.ATIVIDADES DIDÁTICAS
2.1. cursos regulares
1.professor do Departamento de História do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp (a partir de outubro de 1975)
2.professor do Departamento de História da Faculdade Ibero-Americana de Letras e Ciências Humanas, São Paulo (1972-1973)
3.professor nos cursos de História e Letras da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP - Universidade de São Paulo. (1971-1977)
4.professor do Departamento de História da (então) Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Assis, hoje Instituto de Letras, Psicologia e História da Unesp (1966-1972)
3.CURSOS, PALESTRAS e CONTRIBUIÇÕES EM CONGRESSOS CIENTÍFICOS
Participou de congressos, proferiu palestras e desenvolveu cursos nos Estados Unidos, no México, em Porto Rico, em Cuba, na França, em Israel, e nas principais instituições universitárias brasileiras, do Acre ao Rio Grande do Sul.
Como por exemplo: New York University, Universidade Autónoma do México, Universidade de Porto Rico, seminário com Pierre Villar em Paris, na Universidade Hebraica de Jerusalém; no Brasil, na UnB - Universidade de Brasília; USP - Universidade de São Paulo.; PUC - Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais; PUC de São Paulo; PUC de Campinas; UNESP de Assis, Universidade Federal do Paraná; Universidade Federal da Paraíba; Universidade Federal do Rio de Janeiro; Universidade Federal do Acre; Universidade Federal de Alagoas; Universidade Federal do Pará; Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Lins; Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Varginha; Faculdades Integradas de São José dos Campos, PUC e Universidade Federal da Bahia, PUC e Universidade Federal de Pernambuco, entre outras.
Participa de congressos, profere palestras e desenvolve cursos nas principais instituições universitárias brasileiras.
1.Professor Titular concursado de História da Unicamp – Universidade Estadual de Campinas - área de História Antiga e Medieval (abril de 1986).
2.Professor Adjunto em História pela Unicamp – área de História Antiga e Medieval (março de 1981).
3.Livre-docente em História pela USP - Universidade de São Paulo - área de História Medieval (1977).
4.Doutor em História Antiga pela USP (1968).
5.Pós-graduado em História Antiga pela USP, após o cumprimento das atividades programadas do biênio 1966-1967
6.Bacharel e Licenciado em História (1961-1965) pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Sorocaba.
2.ATIVIDADES DIDÁTICAS
2.1. cursos regulares
1.professor do Departamento de História do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp (a partir de outubro de 1975)
2.professor do Departamento de História da Faculdade Ibero-Americana de Letras e Ciências Humanas, São Paulo (1972-1973)
3.professor nos cursos de História e Letras da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP - Universidade de São Paulo. (1971-1977)
4.professor do Departamento de História da (então) Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Assis, hoje Instituto de Letras, Psicologia e História da Unesp (1966-1972)
3.CURSOS, PALESTRAS e CONTRIBUIÇÕES EM CONGRESSOS CIENTÍFICOS
Participou de congressos, proferiu palestras e desenvolveu cursos nos Estados Unidos, no México, em Porto Rico, em Cuba, na França, em Israel, e nas principais instituições universitárias brasileiras, do Acre ao Rio Grande do Sul.
Como por exemplo: New York University, Universidade Autónoma do México, Universidade de Porto Rico, seminário com Pierre Villar em Paris, na Universidade Hebraica de Jerusalém; no Brasil, na UnB - Universidade de Brasília; USP - Universidade de São Paulo.; PUC - Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais; PUC de São Paulo; PUC de Campinas; UNESP de Assis, Universidade Federal do Paraná; Universidade Federal da Paraíba; Universidade Federal do Rio de Janeiro; Universidade Federal do Acre; Universidade Federal de Alagoas; Universidade Federal do Pará; Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Lins; Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Varginha; Faculdades Integradas de São José dos Campos, PUC e Universidade Federal da Bahia, PUC e Universidade Federal de Pernambuco, entre outras.
Participa de congressos, profere palestras e desenvolve cursos nas principais instituições universitárias brasileiras.
Coordena, desde 1992, as atividades universitárias e educacionais da Bienal do Livro de São Paulo, com a afluência de milhares de educadores e universitários.
4.PUBLICAÇÕES
1.Livros
Jaime Pinsky é autor, co-autor ou organizador de mais de duas dezenas de livros (conheça suas obras abrindo o link LIVROS)
2.Artigos
4.PUBLICAÇÕES
1.Livros
Jaime Pinsky é autor, co-autor ou organizador de mais de duas dezenas de livros (conheça suas obras abrindo o link LIVROS)
2.Artigos
Tem inúmeros artigos acadêmicos publicados no Brasil e no exterior nas áreas de História Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea, História Judaica e sobre diversos temas de História do Brasil, Teoria da História, Ensino de História, que podem ser encontrados em publicações acadêmicas localizadas nas bibliotecas de Ciências Humanas das principais universidades do país.
Publicou e publica artigos de opinião em vários jornais e revistas do Brasil - como o Correio Braziliense (do qual é articulista), Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo(alguns dos quais podem ser lidos nesse site em ARTIGOS PUBLICADOS )
5. ATIVIDADES EDITORIAIS5.1. Fundador (1987) e Sócio Diretor e Editor da Editora Contexto
5.2. Criador e diretor da Editora da Unicamp (1982-1986)
5.3. Colaborador da Editora Atual, onde criou e dirigiu a coleção “Discutindo a História”
5.4. Colaborador da Editora Global, onde criou e dirigiu as coleções de livros “Temas”, “Teses”, “Textos”, “História Popular”
5.5. Membro do Conselho Editorial da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo (1985)
5.6. Assessor Editorial da FLE (Fundação do Livro Escolar) da Secretaria de Educação de São Paulo (1983-1984)
5.7. Co-fundador, membro do conselho editorial e colaborador da revista Religião e Sociedade(publicada a partir de maio de 1977)
5.8. Colaborador da Editora Hucitec, onde criou e dirigiu a área de ciências humanas.
5.9. Criador e diretor da revista de Ciências Humanas Contexto (1976-1978)
5.10. Criador e diretor da revista de Ciências Sociais Debate e Crítica (1973-1975)
5.11. Co-fundador e membro do conselho editorial da revista Anais de História, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Assis, no tempo em que trabalhou nessa faculdade.
5.12. É sócio e foi diretor e vice-presidente da Câmara Brasileira do Livro.
6. ATIVIDADES NA MíDIA
Como intelectual público é constantemente solicitado a explicar o mundo e o Brasil na mídia, tendo participado de programas como Roda Viva e Jornal da Cultura (TV Cultura), Globo News Painel, Jornal da Dez e Almanaque (Globonews), Jô Soares (SBT e Globo),Jornal Nacional e Fantástico (TV Globo), além de numerosas entrevistas na TV Gazeta, TV Bandeirantes. É freqüentemente entrevistado pelas rádios Eldorado, CBN, Bandeirantes, Globo e Cultura, entre muitas outras.
Roda Vida - Boris Fausto
Transmitido ao vivo em 24 de ago de 2015
Historiador fala dos casos atuais de corrupção, da presença do Judiciário e do papel da oposição no Brasil de hoje.
David Harvey parte 1
David
Harvey é um geógrafo britânico nascido em 1935, formado pela Universidade de
Cambridge e professor da Universidade da Cidade de Nova York. De orientação
marxista, Harvey é um dos principais nomes da Geografia Humana contemporânea,
tendo sido agraciado em 1995 com o Prêmio Vautrin Lud, o Nobel da Geografia.
quinta-feira, 13 de abril de 2017
Café Filosófico - Humor e a (in)sanidade do politicamente correto, Marcelo Tas
Publicado em 11 de nov de 2015
Café Filosófico - O humor e a (in)sanidade do politicamente correto - Marcelo Tas
A reação a certas abordagens, antes aparentemente naturalizadas, tem levado a uma série de discussões sobre os limites do humor. Mas existe uma forma correta de rir ou fazer rir? É papel do humorista corrigir costumes? O que distingue um humor engajado e provocador de uma ofensa gratuita? O que incomoda na representação de determinados grupos no palco, nos livros, na novela, no cinema? Faz sentido falar em restrição a liberdades de expressão quando a expressão é considerada ofensiva? Estamos dispostos a ouvir os argumentos de quem encontrou canais para comunicar este incômodo?
A reação a certas abordagens, antes aparentemente naturalizadas, tem levado a uma série de discussões sobre os limites do humor. Mas existe uma forma correta de rir ou fazer rir? É papel do humorista corrigir costumes? O que distingue um humor engajado e provocador de uma ofensa gratuita? O que incomoda na representação de determinados grupos no palco, nos livros, na novela, no cinema? Faz sentido falar em restrição a liberdades de expressão quando a expressão é considerada ofensiva? Estamos dispostos a ouvir os argumentos de quem encontrou canais para comunicar este incômodo?
CANAL LIVRE 24/04/2016 A Proclamação da República
sexta-feira, 31 de março de 2017
José Murilo de Carvalho: entrevista no Jô Soares
O historiador e professor de História do Brasil da UFRJ, José Murilo de Carvalho, fala sobre democracia, cidadania e sobre seu projeto de resgatar panfletos da época da Independência do Brasil.
Educação e a Reforma do Ensino Médio por Mario Sergio Cortella
Publicado em 9 de nov de 2016
Participação do filósofo Mario Sérgio Cortella no programa EPC (Esporte, Política e Cidadenia) da CATVE, onde ele debate sobre educação e avalia reforma no ensino.
27/10/16
27/10/16
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Os monarquistas brasileiros: herdeiros ao trono
Muitos brasileiros consideram que os países mais desenvolvidos do mundo são os que adotam o modelo da Monarquia Constitucional. Deste modo, há movimentos monarquistas que querem a volta desse sistema.
O site Causa Imperial, listou as perguntas mais frequentes sobre essa questão. Leia as verdades e mentiras.
1) Por que colocar uma pessoa no poder que irá governar sem ser eleita pelo povo?
A proposta do movimento monarquista é implantar a Monarquia Parlamentarista onde o Imperador é o Chefe de Estado, representando a Nação e supervisionando os demais Poderes enquanto quem administra e governa o país é o Presidente do Conselho de Ministros (Primeiro Ministro).
2) Quais são os países atualmente que são Monarquias Parlamentaristas?
Na América, existe o Canadá, na Oceania, a Austrália, no Oriente, o Japão, na Europa, a Espanha, o Reino Unido, Suécia, Noruega, Dinamarca, Países Baixos, Bélgica. São os países mais desenvolvidos e com melhor distribuição de renda e qualidade de vida para seus habitantes da atualidade.
3) Mas e quanto a Arábia Saudita, Omã, Brunei, Butão, Suazilândia e outros?
São monarquias, mas não parlamentaristas. A maior parte são absolutistas ou semi-absolutistas e não são consideradas exemplos a serem seguidos por nenhum monarquista sério.
É o mesmo em que uma pessoa for defender a República Presidencialista, ela irá buscar os países em que a adotaram da maneira correta, que atualmente é apenas os Estados Unidos da América, e evitar exemplos como Cuba, Venezuela e Coréia do Norte, que são autoritárias e ditatoriais.
4) É verdade que a Igreja Católica é uma monarquia?
De fato, a Santa Sé, cujo Estado é o Vaticano, é uma monarquia, mas se trata de um caso especial: é uma monarquia eletiva. Mas é assim por motivos óbvios, visto que os Papas são celibatários e assim não podem surgir Dinastias.
5) A Monarquia é anti-democrática?
Depende de quais monarquias você está se referindo. Como foi explicado nos itens anteriores, podem existir monarquias autoritárias como a Arábia Saudita ou monarquias constitucionais parlamentaristas extremamente desenvolvidas, modernas e democráticas como a Suécia.
O movimento monarquista deseja seguir os passos da Suécia, e não da Arábia Saudita.
6) O Imperador pode condenar alguém a prisão, mandar matar, expulsar do país, criar leis ou algo do tipo?
Não para todas as indagações. Na Monarquia Constitucional Parlamentarista quem julga e condena é o Poder Judiciário, quem cria leis é o Poder Legislativo e quem governa e administra o país é o Poder Executivo.
Ao Imperador, é reservado um papel diferenciado: ele serve como um árbitro entre os outros três Poderes, observando-os e fiscalizando-os, para assim impedir eventuais abusos de seus representantes (Ex.: Um Primeiro Ministro incompetente, um senador corrupto, etc…)
7) E quem fiscaliza o Imperador?
Digamos, em um caso hipotético e extremamente difícil de ocorrer, que o monarca (o Imperador) se revele uma pessoa de comportamento e moral duvidosos, que abuse de suas prerrogativas ou algo do tipo.
Há uma maneira de retirá-lo do cargo: a Assembléia Geral (O Parlamento, composto por Senadores e Deputados eleitos pelo povo brasileiro) poderia destituí-lo de sua posição, num processo praticamente idêntico ao “impeachment” de um presidente da República.
8 ) O Imperador fiscaliza os outros três poderes, então isso significa que ele possuirá um Poder para si? Como assim? Está se referindo ao Poder Moderador?
Exato.
9) Mas o Poder Moderador é absolutista?
Não, é aí que você se engana.
Esta concepção errônea do Poder Moderador é fruto de propagandas enganosas que duram até os dias de hoje, mas que não revelam a verdade.
O Imperador do Brasil no século XIX (1801-1900) tinha prerrogativa para:
- Dissolver o Parlamento e convocar novas eleições.
- Nomear o Presidente do Conselho de Ministros (Primeiro Ministro).
- Perdoar e comutar sentenças judiciais.
- E outras prerrogativas.
A primeira vista, tem-se a impressão de que o monarca possui poder até demais, sendo que não se trata de um absolutismo disfarçado, e sim de uma maneira de fiscalizar os outros três poderes em prol da nação.
E mais: os países europeus que são monarquias parlamentaristas da atualidade, como o Reino Unido da Rainha Elizabeth II e a Espanha do Rei Juan Carlos I, permitem a seus monarcas que possuam poderes praticamente idênticos aos dos imperadores brasileiros, inclusive cada umas das prerrogativas que foram citadas acima.
Isso mesmo: os países mais ricos, avançados, desenvolvidos, com melhor distribuição de renda e mais democráticos, permitem que seus monarcas possuam essas prerrogativas que no Brasil é considerado absolutismo.
Mas não se trata de absolutismo e nem nada do tipo.
10) E quanto ao Imperador nomear os Senadores? Não era isto que ocorria no Império?
Na época do Império, os cidadãos que tinham a capacidade para votar, escolhiam seus representantes através dos candidatos existentes, como qualquer eleição.
Dos três candidatos mais votados, caberia ao Imperador escolher um deles para tornar-se o mais novo senador vitalício da província (estado).
Figuras históricas vistas como verdadeiros estadistas e heróis naquela época e ainda nos dias de hoje, tais como o Duque de Caxias, o Marquês de Paraná, o Visconde do Rio Branco e outros se tornaram senadores desta maneira.
O Imperador Dom Pedro II, conhecido por sua honestidade, zelo e senso de dever perante a nação, sempre fez questão de escolher as melhores pessoas para o cargo.
No entanto, o movimento monarquista não propõe o retorno desta forma de eleição para Senador e nem sua vitaliciedade: os senadores deverão ser eleitos diretamente pelo povo brasileiro para um mandato com prazo pré-definido, como os atuais oito anos.
11) E se o Império retornar, o Brasil vai deixar de ser uma federação? O Catolicismo voltará ser a religião oficial?
Não e não. O Brasil continuará ser uma federal e o Estado não terá religião oficial.
12) A Monarquia é cara de se manter?
Não. No Reino Unido, o custo para se manter a monarquia é de cerca de R$ 75-80 milhões por ano, enquanto o custo para se manter a república no Brasil é de R$ 372,8 milhões.
Isso significa que a república brasileira custa quase o quíntuplo da monarquia britânica. Obviamente estes valores não se tratam nem do salário do Presidente da República e nem da dotação da Rainha Elizabeth II. Os valores representam os gastos totais, com manutenção, compras, serviços, etc…
A parte interessante é que no website oficial da monarquia britânica, é possível analisar com detalhes o gasto anual para mantê-la, enquanto o mesmo não pode ser observado no website oficial da presidência da república brasileira, que não apresenta informação alguma.
A Monarquia espanhola custa em torno de R$ 25 milhões por ano e a sueca, cerca de R$ 32 milhões. A República brasileira custa R$ 320 milhões a mais.
Infelizmente, não será possível responder a tal indagação, a não ser com meras especulações, o que não seria cabível. Afinal, como prever o custo para se manter uma monarquia que acabou em 1889?
No entanto, eu posso utilizar dados históricos para chegar a alguma conclusão.
14) Eu teria que me ajoelhar, ou beijar a mão ou os pés ou algo do tipo para o Imperador ou algum membro da sua Família?
Beijar os pés é uma forma de reverência asiática, e não européia, de onde as nossas tradições monárquicas são provenientes. Então, essa opção é inadmissível e nem sequer é levada em cogitação.
Ajoelhar-se, forma de demonstrar fidelidade ao suserano, como os cavaleiros e nobres de outrora faziam, não era sequer observada nos tempos do Império no século XIX, então, não seria hoje que esse costume retornaria.
Quanto a beijar a mão, esta prática foi abolida pelo próprio imperador Dom Pedro II ao retornar de sua primeira viagem a Europa em 1872.
No entanto, convém recordar que se ajoelhar ou beijar a mão não significam um ato humilhante ou de submissão, e sim, de respeito e admiração. Ora, este costume perdura até os dias de hoje: quem nunca viu algumas pessoas, principalmente as mais velhas aproximarem-se de seus pais ou padrinhos e “pedir a benção” enquanto beijavam suas mãos?
É claro que ninguém é obrigado a fazer isto para o Imperador, mas caso o faça, não precisa se preocupar em achar que está sofrendo algum tipo de humilhação ou constrangimento.
15) Então qual a forma correta de lidar com o Imperador? Ou mesmo com o Chefe da Casa Imperial?
Apenas o trate com educação e respeito como você faria com qualquer pessoa, principalmente as mais velhas.
No entanto, se você quiser respeitar os costumes e tradições existentes, a forma correta é abaixar a cabeça levemente, assim como o torso, semelhante a quando você encontra um conhecido que, no entanto se encontra distante.
E quando se dirigir a ele, trate-o por “Vossa Majestade”, se for o Imperador, ou “Vossa Alteza”, se for o Chefe da Casa Imperial quando falar pela primeira vez e em seguida, basta chamá-lo de “senhor” ao longo da conversa.
Pode parecer estranho e fora do comum tratá-lo como “Vossa Majestade”, mas não é assim que tratamos as pessoas com cargos importantes? Não é chamamos os juízes de “Vossa Excelência” quando estamos em audiência, assim como o Presidente da República, e o Papa também não é tratado como “Vossa Santidade”?
16) Voltaremos a ter nobreza?
Aparentemente, sim.
17) Mas por que criar classes diferenciadas? Não seria isso anti-democrático?
A existência de uma nobreza no Brasil não significaria a diferenciação das pessoas em classes distintas.
No Brasil, os títulos de nobreza eram puramente honoríficos, e não eram hereditários. Serviam como prêmios, de certa maneira. É uma forma de reconhecer os préstimos que uma pessoa fez em benefício da nação.
Não temos os costumes de entregar medalhas ou prêmios para as pessoas que se saíram particularmente melhor que outras em algo? Assim funciona a nobreza no Brasil, trata-se de uma Meritocracia, e não uma Aristocracia, pois o seu valor é reconhecido pelo seu mérito e não por sua origem.
18) Então somente uma pessoa que lutou bravamente numa guerra, descobriu a cura para uma doença ou algo do tipo poderia tornar-se nobre?
Não. Recentemente, um leiteiro aposentado foi agraciado com um título de nobreza pela Rainha Elizabeth II, por seu trabalho honesto e dedicado ao longo de toda a sua vida.
Ele não era rico, nem influente, nem poderoso ou nada do tipo, mas era apenas um trabalhador comum, como a maior parte das pessoas, e que sempre trabalhou de maneira digna e correta.
19) A Monarquia é de direita ou de esquerda?
Nenhum dos dois. A Monarquia é uma forma de governo e por esta razão, ela é por natureza, até mesmo como a própria República, neutra. No entanto, os partidos que estarão no poder governando o país é que possuirão alguma tendência ideológica, mas não a Monarquia em si.
20) Então isso significa que na Monarquia ainda existirão partidos de direita, centro e de esquerda?
Exato.
Ele deve ser obrigatoriamente neutro, sem favorecer nem este e nem aquele partido, mas tem por obrigação defender os interesses da Nação.
Digamos que o monarca, como pessoa, em seu íntimo, é contra o aborto, mas através de um plebiscito, o povo brasileiro decide legalizá-lo: o Imperador mesmo contrário, não poderá se opor, pois é à vontade da Nação e nem deverá atuar contra.
22) Eu sou de (Direita, Esquerda, Centro-Direita, etc.). Eu posso defender a Monarquia Parlamentarista?
Claro!
22) Eu sou (Judeu, católico, muçulmano, ateu, budista, etc.). Eu posso defender a Monarquia Parlamentarista?
Claro que sim! Em nosso meio, você encontrará tanto católicos fervorosos, como católicos não-praticantes, assim como judeus, e também muçulmanos e, inclusive, ateus!
A Monarquia não representa um grupo, uma tendência, nem uma minoria, e muito menos uma maioria, mas toda uma Nação.
23) Eu sou (branco, negro, mulato, ameríndio, etc.). Eu posso defender a Monarquia Parlamentarista?
Obviamente que sim!
24) Eu sou (heterossexual, homossexual, bissexual, etc.). Eu posso defender a Monarquia Parlamentarista?
Sim! O Movimento não é preconceituoso e acredita que cada um, independente de sua cor, credo, opção sexual, ideologia política ou o que seja pode e deve apoiar o retorno da monarquia. Somos todos uma grande família e irmãos, que desejam nada mais nada menos colocar ordem na casa de uma vez por todas.
25) Como a Monarquia Parlamentarista pode voltar a existir no Brasil?
O Movimento Monarquista considera inaceitável sequer cogitar a hipótese de realizar ou apoiar um golpe de Estado para reinstaurar à monarquia.
A nossa proposta é que através de um Plebiscito onde o povo brasileiro irá manifestar sua vontade diretamente se deseja ou não o retorno da Monarquia.
A Família Imperial
1) Caso a Monarquia retornasse hoje, quem seria o Imperador?
Seria Dom Luiz de Orleans e Bragança, bisneto da princesa Isabel e tataraneto do imperador Dom Pedro II.
2) E por que ele seria o Imperador e não eu? Ou o Pelé? Ou qualquer outra pessoa?
Dsadfdafadad
3) Quem faz parte da Família Imperial do Brasil atualmente?
Fazem parte da atual Família Imperial as seguintes pessoas:
Dom Luiz de Orleans e Bragança – Atual Chefe da Casa Imperial e filho da antecessora. Está com 72 anos de idade.
Dom Bertrand de Orleans e Bragança – Irmão do antecessor. Não é casado e nem possui filhos.
Dona Isabel de Orleans e Bragança – Irmã do antecessor. Não é casada e nem possui filhos.
Dom Antonio de Orleans e Bragança – Irmão da antecessora. É casado e possui quatro filhos.
Dona Christine de Ligne – Esposa do antecessor. Está com 52 anos de idade.
Dona Amélia – Filha do antecessor e antecessora.
Dom Rafael – Irmão da antecessora.
Dona Gabriela – Irmã do antecessor.
Dona Eleonora – Irmã de Dom Luiz. É casada e possui dois filhos.
Michel de Ligne – Esposo da antecessora.
Alix Marie – Flha do antecessor.
Henri Antoine Irmão da antecessora.
Ao todo, são catorze pessoas que compõem a Família Imperial do Brasil atualmente. No entanto, a senhora Dona Eleonora, que é casada com Michel, príncipe de Ligne da nobreza belga, não mora no Brasil, assim como seus dois filhos, e não existe perspectiva de que um dia venham fazê-lo.
Desta forma, no futuro não muito distante, a Família Imperial no Brasil praticamente se resumirá há apenas quatro pessoas: os filhos de Dom Antonio.
4) Mas isso não faz sentido! Eu já ouvi falar de outros príncipes também!
Aí está o problema. Graças à mídia, que chama qualquer descendente de Dom Pedro I de príncipe, dá-se à impressão que qualquer um que tenha sangue Bragança nas veias faça parte da Família Imperial.
Não é a toa que muitas pessoas se assustam com a idéia de reinstaurar a Monarquia e ficam a imaginar uma única família com centenas de membros sendo custeadas com dinheiro publico.
Não é nada do tipo. Não se preocupe.
5) E por que elas não fazem parte da Família Imperial?
Por que renunciaram aos seus direitos, ou são filhos ou netos de quem o fez. Desta forma, ou perdem os títulos e a posição na linha de sucessão ao Trono ou nunca chegaram a herdar tais direitos.
6) A Família Imperial do Brasil é rica?
Não. Para os padrões brasileiros, eles fazem parte da classe média. Não são milionários e nem nada do tipo.
7) Eles vivem de que?
Os príncipes da Família Imperial do Brasil são formados, como é o caso de Dom Luiz que é químico, de Dom Bertrand que é advogado, de Dom Antonio que é engenheiro e necessitam trabalhar como qualquer pessoa honesta para se sustentar.
8 ) Eles recebem algum tipo de renda do Estado ou semelhante?
Não.
9) Tem algo de errado! Mas eu já ouvi falar que eles têm um Palácio em Petrópolis e vivem do Laudêmio!
Os descendentes do filho mais velho da princesa Isabel, o príncipe Dom Pedro de Alcântara, que renunciou ao seu direito ao trono antes mesmo de casar e ter filhos, herdaram o Palácio do Grão-Pará e também os rendimentos do laudêmio da cidade de Petrópolis (cerca de 2,5% do valor total de casa imóvel vendido).
No entanto, eles não fazem parte da Família Imperial do Brasil e por esta razão que não possuem direitos ao extinto trono.
10) Se é assim, a Família Imperial é descendente de quem?
É descendente do segundo filho da princesa Isabel, ou seja, de Dom Luiz, o príncipe imperial e avô do atual Chefe da Casa Imperial.
11) Eles fazem algo pelo retorno da Monarquia?
Sim. Os príncipes estão sempre viajando participando de encontros, solenidades, eventos e entrevistas por todo o Brasil e também no exterior.
12) Quem paga os custos dessas viagens?
Eles próprios, ou através de doações de monarquistas.
13) E quanto ao Brasil? O que eles fazem?
Assim como viajam para participarem de encontros e eventos sobre a Monarquia, os príncipes também o fazem para tratar de assuntos pertinentes ao nosso país, principalmente quanto à política social.
Ai, o que acha da volta da Monarquia, mas na forma Constitucional?
Fonte: site Causa Imperial
fonte: http://www.belezasergipana.com/2012/11/brasileiros-lutam-pela-monarquia.html
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