Mostrando postagens com marcador música. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador música. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

O funk e a sociedade brasileira


A partir da letra da música temos a possibilidade de abordar as condições sociais vividas pelo brasileiro na década de 90 quando a música foi feita com as condições sociais brasileiras com quase 30 anos de história.

https://www.geledes.org.br/29-musicas-que-cantam-o-que-e-ser-negro-no-brasil/

Músicas brasileiras contra o racismo

O Canto dos Escravos (domínio público, 1928) – Clementina de Jesus, Geraldo Filme e Doca da Portela



Negro é Lindo (samba-rock, 1971) – Jorge Benjor





Identidade (samba, 1999) – Jorge Aragão


Festa de Caboclo (samba, 2001) – Martinho da Vila




A Carne - Elza Soares (Videoclipe - Nova Versão)


A partir das músicas acima e das interpretações das letras e audição em sala das músicas pode se iniciar um debate sobre as questões por elas levantadas e fazer com que os alunos exponham seus pensamentos sobre o assunto.





fonte: http://www.esquinamusical.com.br/14-musicas-brasileiras-contra-o-racismo/

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Chega: Gabriel o Pensador

Chega! Que mundo é esse, eu me pergunto
Chega! Quero sorrir, mudar de assunto
Falar de coisa boa, mas na minha alma ecoa
Agora um grito eu acredito que você vai gritar junto

Chega! Que mundo é esse, eu me pergunto
Chega! Quero sorrir, mudar de assunto
Falar de coisa boa mas na minha alma ecoa
Agora um grito eu acredito que você vai gritar junto

A gente é saco de pancada há muito tempo e aceita
Porrada da esquerda, porrada da direita
É tudo flagrante, novas e velhas notícias
Mentiras verdadeiras, verdades fictícias
Polícia prende o bandido, bandido volta pra pista
Bandido mata o polícia, polícia mata o surfista
O sangue foi do Ricardo, podia ser do Medina
Podia ser do seu filho jogando bola na esquina
Morreu mais uma menina, que falta de sorte
Não traficava cocaína e recebeu pena de morte
Mais uma bala perdida, paciência
Pra ela ninguém fez nenhum pedido de clemência

[Refrão]
Chega! Que mundo é esse, eu me pergunto
Chega! Quero sorrir, mudar de assunto
Falar de coisa boa mas na minha alma ecoa
Agora um grito eu acredito que você vai gritar junto
Chega! Vida de gado, resignado
Chega! vida de escravo de condenado
A corda no pescoço do patrão e do empregado
Quem trabalha honestamente tá sempre sendo roubado

Chega! Água que falta, mágoa que sobra
Chega! Bando de rato, ninho de cobra
Chega! Obras de milhões de reais
E milhões de pacientes sem lugar nos hospitais
Chega! Falta comida, sobra pimenta
Chega!Repressão que não me representa
Chega! Porrada pra quem ama esse país
E bilhões desviados debaixo do meu nariz
Chega! Contas, taxas, impostos, cobranças
Chega! Tudo aumenta menos a esperança
Multas e pedágios para o cidadão normal
E perdão pra empresas que cometem crime ambiental
Chega! Um para o crack, dois para a cachaça
Chega! Pânico, morte, dor e desgraça
Chega! Lei do mais forte, lei da mordaça
Desce até o chão na alienação da massa

Eu vou, levanta o copo e vamos beber! (3x)
Um brinde aos idiotas incluindo eu e você

Eu vou, levanta o copo e vamos beber! (3x)
Um brinde aos idiotas incluindo eu e você

Democracia, que democracia é essa?
O meu direito acaba onde começa o seu, mas onde o meu começa?
Os ratos fazem a ratoeira e a gente cai
Cada centavo dos bilhões é da carteira aqui que sai
E a gente paga juros paga entrada e prestação
Paga a conta pela falta de saúde e educação
Paga caro pela água, pelo gás, pela luz
Pela paz, pelo crime, por Alá, por Jesus
Paga imposto, taxa, aumento do transporte
Crise na Europa e na América do norte
Os assassinos na Febem, o trabalho infantil na China
E as empresas e os partidos envolvidos em propinas

[Refrão]
Chega! Que mundo é esse, eu me pergunto
Chega! Quero sorrir, mudar de assunto
Falar de coisa boa mas na minha alma ecoa
Agora um grito eu acredito que você vai gritar junto
Chega! Vida de gado, resignado
Chega! vida de escravo de condenado
A corda no pescoço do patrão e do empregado
Quem trabalha honestamente tá sempre sendo roubado

Presidente, deputados, senadores, prefeitos
Governadores, secretários, vereadores, juízes
Procuradores, promotores, delegados, inspetores
Diretores, um recado pras senhoras e os senhores
Eu pago por tudo isso, imposto sobre o serviço
Taxa sobre o produto, eu pago no meu tributo
Pago pra andar na rua, pago pra entrar em casa
Pago pra não entrar no Spc e no Serasa
Pago estacionamento, taxa de licenciamento
Taxa de funcionamento liberação e alvará
Passagem, bagagem, pesagem, postagem
Imposto sobre importação e exportação, Iptu, Ipva
O Ir, o Fgts, o Inss, o Iof, o Ipi, o Pis, o Cofins e o Pasep
A construção do estádio, o operário e o cimento
Eu pago o caveirão, a gasolina e o armamento
A comida do presídio, o colchão incendiado
Eu pago o subsídio absurdo dos deputados
A esmola dos professores, a escola sucateada
O pão de cada merenda, eu pago o chão da estrada
A compra de cada poste eu pago a urna eletrônica
E cada arvore morta na nossa selva amazônica
Eu pago a conta do Sus, cada medicamento
A maca que leva os mortos na falta de atendimento
Paguei ontem, pago hoje e amanhã vou pagar
Me respeita! Eu sou o dono desse lugar!

Chega!

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

músicas: I REINADO

Tem revolução no porto e por aqui
O Brasil chora o retorno de D. João.
Inglaterra e brasileiros aí se aproximam
Então determinam a separação
Teve luta no Pará e na Cisplatina
Lá pela Bahia e no Maranhão.

Mercenários, então, vêm lutar.
Nosso povo, bucha de canhão
Convenceu Portugal
Com o título e indenização.

Juntos outrora, mudam e agora
São inimigos, é constituição,
Mas D. Pedro não se curvou
Nossas leis, ele outorgou
Da Igreja ao Moderador, ele quer
Tudo comandar.
E a elite do meu País
Se não quer, não vai descansar
Até ele abdicar.

Mercenários, então, vêm lutar.
Nosso povo, bucha de canhão
Convenceu Portugal
Com o título e indenização.

Cisplatina que se perdeu
Vi Banco do Brasil, até ele abdicar.
Equador, confederação
E garrafas eu vi voar, até ele abdicar.

Cisplatina que se perdeu
Vi Banco do Brasil, até ele abdicar.
Equador, confederação
E garrafas eu vi voar, até ele abdicar.






sem fonte: achei o vídeo em pesquisa no youtube.com.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Uma banda de Rock e História

Conheçam a Pré-Histórica, uma banda que ensina História através do Rock.

A Banda Pré-Histórica de Blumenau (Santa Catarina) foi formada com a intenção de ensinar História de um maneira diferente, pois sabemos que hoje em dia é muito difícil ter boas aulas e professores dispostos a criar algo novo.

A principal ideia da banda é utilizar as músicas em sala de aula, para os professores e estudantes do ensino regular, ou para quem está prestando vestibular.

Desde 2010, a banda tem mantido o estilo rock pedagógico com composições e arranjos próprios trazendo em seu repertório letras inspiradas em temas históricos muito cobrados nos vestibulares e no Enem.

som é uma mescla de rock and roll clássico com blues e heavy metal, em uma interessante mistura.

A banda atualmente é formada pelo professor Christian Machado (no vocal e guitarra) e seus alunos, Ricardo Bordgnion (bateria), Gabriel Day (baixo) e Kevin Furtado (guitarra solo).








sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Músicas do final de semana

Tem um tempão que não coloco músicas aqui!
Mas pra relaxar nesse final de ano sem noção vão umas canções aqui




quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Ditadura Civil-Militar

Artistas censurados durante a ditadura militar (1964-1985)

Canções-protesto

Alguns artistas usavam a própria música para protestar contra a censura. Algumas destas músicas ganharam um caráter histórico dentro do movimento da MPB. Por outro lado, algumas canções eram censuradas apenas por não condizer com os valores morais da época, como é o caso de "Como Eu Quero" de Paula Toller e Leoni, cuja personagem principal exige de seu namorado que "tire essa bermuda". Também é famoso o caso de censura à canção "Tortura de Amor" de Waldick Soriano, lançada no auge da repressão. Outro caso conhecido de censura por razões não políticas foi a imposta a Adoniran Barbosa, que compunha de acordo com o dialeto caipira, obrigado a corrigir as letras de suas canções de acordo com a Gramática, caso quisesse gravá-las. Adoniran preferiu esperar pelo fim da censura prévia para voltar a gravar.
fonte: http://pt.wikipedia.org



Galerinha... num futuro próximo eu coloco um post "completo" sobre a Ditadura! abraço