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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
SÉRIES: CULTURA DO AÇÚCAR: CAMINHOS DO AÇÚCAR episódio 4
tv escola
CULTURA
DO AÇÚCAR - Caminhos do Açúcar
Duração:
00:29:06
Série:
CULTURA DO AÇÚCAR
Etapa
de ensino: Ensino Médio
Sinopse
O
último documentário da série Cultura do açúcar mostra a importância da cana de
açúcar para a economia do estado de Pernambuco. Importante parcela do PIB do
estado, ela fornece emprego e renda a diversos pernambucanos. O filme mostra as
etapas do processo de plantio da cana, além de projetos que estudam a qualidade
da cana plantada e a produtividade de pequenos agricultores. Conheça também as
tecnologias que são atualmente utilizadas no plantio e como elas podem
contribuir para o meio ambiente, com a geração de energia elétrica limpa.
Outras informações
Ano
de produção: 2011
Público-alvo:
Aluno
Faixa
etária: 16-18
Área
temática: História, Antropologia, Diversidade Cultural
País
de origem: Brasil
Áudio
original: Áudio original
Produção:
TV Escola / Fundaj
domingo, 18 de novembro de 2012
Bahia de todos os santos: dica cultural
site que meu padrinho me apresentou e trás uma boa parte da cultura do Brasil, vale a pena a visita.
http://bahiadetodososcantos.com.br/
http://bahiadetodososcantos.com.br/
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Bienal do livro em Brasília
Um diálogo fértil entre as artes vai tomar de assalto dois palcos montados ao ar livre na região central de Brasília. Música e literatura serão tema de apresentações de alguns dos maiores nomes da música popular brasileira, em shows gratuitos, especialmente montados. A programação inclui os gaúchos Kleiton e Kledir (que assina seus livros como Kledir Ramil), o paulistano Nando Reis (escritor e cronista), o carioca-brasiliense Oswaldo Montenegro (que é também dramaturgo), a mineira Fernanda Takai (escritora e cronista), a banda brasiliense Capital Inicial (cujas letras contêm forte discurso político), o paraibano Chico César (poeta, autor de Cantáteis: Cantos Elegíacos de Amozade) e o baiano Caetano Veloso (autor de livros como Verdade Tropical e o recente O mundo não é chato). Os shows acontecem em dois grandes palcos – Palco da Praça do Museu e Palco da Esplanada – e começam sempre às 21h. Além destes, a I BIENAL BRASIL DO LIVRO E DA LEITURA promoverá vários outros shows, em palcos menores, dentro do Pavilhão.
A relação íntima entre compositores e escritores começa com Kledir Ramil, consagrado na música com a dupla Kleiton & Kledir. O gaúcho despontou na literatura com o livro de contos e crônicas Tipo assim, que rendeu prêmios e um convite para assinar uma coluna no jornal Zero Hora. A dupla divide o palco com Nando Reis, que além de compositor, já foi cronista esportivo do jornal Folha de São Paulo e é autor do livro infantil Meu pequeno São-Paulino, no qual confessa sua paixão pelo time do São Paulo Futebol Clube. Eles tocam no dia 19 de abril, a partir das 21h, no Palco da Praça do Museu.
No dia seguinte, 20 de abril, é a vez do Palco da Praça do Museu ser tomada por Oswaldo Montenegro e Fernanda Takai. Oswaldo se divide entre a composição musical e a dramaturgia. Já escreveu, dirigiu e produziu 18 peças musicais, como Léo e Bia e A Dança dos Signos. Fernanda Takai é musicista, vocalista da banda mineira Pato Fu e também é cronista dos jornais Correio Braziliense e O Estado de Minas. Seus contos e crônicas publicados nos jornais já renderam dois livros: Nunca Subestime uma Mulherzinha, de 2007, e A Mulher Que Não Queria Acreditar, de 2011.
No dia 21 de abril, aniversário de Brasília, a festa se transfere para o Palco da Esplanada, para o grande show da banda Capital Inicial. Antes, quem se apresenta é o rapper GOG, escritor e um dos pioneiros do movimento hip hop em Brasília.
E a programação de shows só termina no domingo, 22 de abril, com show do paraibano Chico César e do baiano Caetano Veloso, no Palco da Esplanada. Mas o domingo inteiro será regado a música: às 10h, no mesmo palco, será a vez de Bia Bedran, cantora, compositora e especialista em Musicoterapia, fazer seu show. E às 18h, no Auditório Nelson Rodrigues, o músico e cineasta André Luiz Oliveira, baiano radicado em Brasília, apresenta o espetáculo musical-poético “Mensagem”, inspirado no poeta português Fernando Pessoa.
PROGRAMAÇÃO
Dia 19 – Kleiton & Kledir e Nando Reis – Palco da Praça do Museu
Dia 20 – Oswaldo Montenegro e Fernanda Takai – Palco da Praça do Museu
Dia 21 – GOG e Capital Inicial – Palco da Esplanada
Dia 22 – Chico César e Caetano Veloso – Palco da Esplanada
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
terça-feira, 1 de novembro de 2011
6º ano: A língua Fenícia
http://www.kfs10.com.br/loubnan/fenicia.html
O site acima apresenta uma série de características da sociedade fenícia e do atual povo que vive na ragião: os libaneses.
Vale a pena conferir!
O site acima apresenta uma série de características da sociedade fenícia e do atual povo que vive na ragião: os libaneses.
Vale a pena conferir!
sábado, 14 de maio de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
Rascunho
Rascunho
Ser resenha é bom? Ou ruim?
Melhor ser livro inteiro, que só resenha:
Um resumo miúdo, que quer dizer tudo, mas não pode.
Mas, se é mesmo assim, sou sim, resenha.
Melhor ser resenha, que ser diário.
Lacrado com senha e cadeado.
Só escreve pra si.
Para um desejo de reler que jamais virá.
Livro, caderno,
Resumo ou segredo.
Ler e escrever faz bem,
Contar histórias também.
autora Dalyne Barbosa
fonte: http://culturanordestina.blogspot.com/
Ser resenha é bom? Ou ruim?
Melhor ser livro inteiro, que só resenha:
Um resumo miúdo, que quer dizer tudo, mas não pode.
Mas, se é mesmo assim, sou sim, resenha.
Melhor ser resenha, que ser diário.
Lacrado com senha e cadeado.
Só escreve pra si.
Para um desejo de reler que jamais virá.
Livro, caderno,
Resumo ou segredo.
Ler e escrever faz bem,
Contar histórias também.
autora Dalyne Barbosa
fonte: http://culturanordestina.blogspot.com/
quinta-feira, 31 de março de 2011
RACISMO
RACISMO
(Guibson Medeiros)
O homen traduz na cor
o que condiz com a sua raça
o importante é o que se faça
seja feito com amor
como manda o criador
pra que a luz seja verdade
Deus criou a humanidade
a sua imagem e semelhança
O racista traz amargura
se achando no direito
todo mundo tem defeito
de pele branca ou escura
pra se ter a alma pura
é preciso confiança
sem haver desigualdade
Deus criou a humanidade
a sua imagem e semelhança
O preconceito é um ato fraco
gente ignorando gente
desconhecendo parente
chama o negro de macaco
mas vai pro mesmo buraco
e os pecados pra balança
pra se ter a liberdade
Deus criou a humanidade
a sua imagem e semelhança
Branco, preto ou nordestino
espírita, católico ou crente
rico, pobre ou deficiente
índio, caboclo ou latino
japonês, chinês, filipino
a vida é a maior herança
e amor não tem maldade
Deus criou a humanidade
a sua imagem e semelhança.
Fonte do belissímo blog : http://culturanordestina.blogspot.com
quinta-feira, 10 de março de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
O Santo Ofício: Da tortura a Salvação
O Santo Ofício
Sangue, era o que eu via,
Dor, era o que eu sentia,
Angústia, minha família carregava no peito,
Esperança, faltava em meu desespero.
Por que estou aqui?
Que mal fiz a Deus?
Meus pecados confessados,
Não foram perdoados?
No Santo Ofício fui julgado.
Por qual motivo jamais saberei.
Mas segundo eles para o céu irei
Se eu me declarar culpado.
O cheiro da palha já sinto.
Será esse meu destino?
Na rua gritos inflamados clamam por morte
Na minha cela só meu corpo que resta.
Um último desejo foi-me concedido.
Porém não quero nada de material.
Quero somente que minha família
Jamais passe pelo mesmo tribunal.
Por Eliphas Bruno
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Tribunal
sábado, 8 de janeiro de 2011
música para o fds!
ZECA BALEIRO - Eu, você e a Praça
Música de Odair José
Encostei o meu carro na praça
E você, um tanto sem graça,
Sorriu pra mim
Sem querer eu olhei em seus olhos
Sem saber segurei suas mãos
E começou assim
Um longo silêncio entre nós
A sua presença calou minha voz
Tanta coisa eu tinha guardado
Pra lhe dizer
Mas não disse nada
Encostei o meu corpo no seu
E um novo desejo nasceu
Entre nós dois
Seus carinhos me deixavam louco
Nosso tempo era curto e tão pouco
E deixamos pra depois
Um longo silêncio entre nós
A sua presença calou minha voz
Tanta coisa eu tinha guardado
Pra lhe dizer
Mas não disse nada
Preciso rever
Seu sorriso um tanto sem graça
Preciso voltar
Mas uma vez com você lá na praça
Pra falar mais um pouco de mim
Encostar o meu corpo em seu corpo
E adormecer assim
Preciso rever
Seu sorriso um tanto sem graça...
E você, um tanto sem graça,
Sorriu pra mim
Sem querer eu olhei em seus olhos
Sem saber segurei suas mãos
E começou assim
Um longo silêncio entre nós
A sua presença calou minha voz
Tanta coisa eu tinha guardado
Pra lhe dizer
Mas não disse nada
Encostei o meu corpo no seu
E um novo desejo nasceu
Entre nós dois
Seus carinhos me deixavam louco
Nosso tempo era curto e tão pouco
E deixamos pra depois
Um longo silêncio entre nós
A sua presença calou minha voz
Tanta coisa eu tinha guardado
Pra lhe dizer
Mas não disse nada
Preciso rever
Seu sorriso um tanto sem graça
Preciso voltar
Mas uma vez com você lá na praça
Pra falar mais um pouco de mim
Encostar o meu corpo em seu corpo
E adormecer assim
Preciso rever
Seu sorriso um tanto sem graça...
música para o fds!
Mamãe Oxum - Versão Zeca Baleiro
Eu vi mamãe oxum na cachoeira
Sentada na beira do rio
Colhendo lírio lirulê
Colhendo lírio lirulá
Colhendo lírio
Pra enfeitar o seu congá
Ê areia do mar que o céu serena
Ê areia do mar que o céu serenou
Na areia do mar mar é areia
Maré cheia ê mar marejou
Eu vi mamãe oxum na cachoeira
Sentada na beira do rio
Colhendo lírio lirulê
Colhendo lírio lirulá
Colhendo lírio
Pra enfeitar o seu congá
Ê areia do mar que o céu serena
Ê areia do mar que o céu serenou
Na areia do mar mar é areia
Maré cheia ê mar marejou
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
sábado, 18 de dezembro de 2010
A cultura e educação no Cordel: Bullying
BULLYING ESCOLAR:
A peleja da covardia com a senhora educação
Autores: Advs. ISAAC LUNA E INaCIO FEITOSA
I
Esse cordel tão modesto
Mas feito com consciência
Pretende sintetizar
Com clareza e eficiência
O significado de bullying
Como assédio ou violência
II
O bullying pode ocorrer
No ambiente de emprego
No parque ou no futebol
Causando desassossego
Espalhando a discórdia
A violência e o medo
III
Tem também o cyberbullying
Que ocorre no Orkut
Nos sites da internet
No twitter ou facebook
Qualquer um pode ser vítima
Seja pobre, rico ou Cult
IV
Até mesmo na escola
Lugar de cidadania
Do respeito às diferenças
Palco da democracia
Há o bullying escolar
Uma tremenda covardia
V
Isso mesmo meu amigo
Se atualize sem demora
Preste muita atenção
Ao que vou dizer agora
O Bullying também ocorre
No chão das nossas escolas!
VI
E é sobre esse último caso
Que agora vou falar
A terrível violência
Que vive a nos rodear
Principalmente a que ocorre
No ambiente escolar
VII
A discriminação é a base
Do assédio praticado
Com o intuito de humilhar
O sujeito atacado
Constranger ou meter medo
Pra deixá lo acuado
VIII
Também há o preconceito
Como chave desse mal
Seja ele de estética
Ou de classe social
De racismo deslavado
Ou de escolha sexual
IX
Apelidos humilhantes
Xingamentos raciais
Palavrões e ameaças
Atitudes imorais
Esses são alguns exemplos
Mais existe muito mais...
X
O importante é entender
Que bullying é covardia
É o ato do valentão
Praticado dia a dia
Contra aquele que é mais fraco
Ou que está em minoria
XI
A violência se apresenta
De maneira variada
Pode ser psicológica
Quase sempre com piadas
Ou então pode ser física
Na base da cassetada
XII
O resultado é a dor
E o sofrimento da criança
O afastamento social
E a perda da esperança
Pra dar basta a essa moléstia
É preciso haver mudança
XIII
Pensando nisso educadores
Preocupados com a questão
Reunidos em debate
Da Confraria da Educação
Propuseram uma lei
Pra regulamentar a questão
XIV
A Assembleia Legislativa
Do Estado de Pernambuco
Recebeu esse projeto
E depois de muito estudo
Aprovou a nova lei
Pra acabar com esse absurdo
XV
Com a Lei 13.995 de 2009
Qualquer um pode fazer
Uma denúncia contra o bullying
Na polícia ou na OAB
A um promotor de justiça
Também dito MP
XVI
Mas é bom não esquecer
Que é uma lei estadual
E é preciso unir forças
Pra torná la federal
Aprovando o seu texto
no congresso nacional
XVII
O bullying é uma vergonha
É pura contradição
É a derrota da escola
Da universidade e da nação
Diante da prepotência
Do covarde valentão
XVIII
Por isso é preciso haver
Grande mobilização
Pra não se fazer vista grossa
A essa situação
Enfraquecendo o valor
Da real educação
XIX
O professor é responsável
O coordenador também
Os pais e os alunos
Todo mundo e mais alguém
No combate contra o bullying
Não se isenta seu ninguém
XX
A OAB de Pernambuco
E a Confraria da Educação
De mãos dadas com a sociedade
Ao bullying dizem não
Em respeito à cidadania
E aos direitos do cidadão.
Texto: Advs. ISAAC LUNA E INaCIO FEITOSA
Ilustrações: Ivo Andrade
Diagramação: osvaldo morais
Recife: 2010
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