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quinta-feira, 23 de abril de 2020

Atividade: Crise do Império Romano - explicação em áudio


QUESTÃO 01

(Ufrn) Sidônio Apolinário, aristocrata da Gália romana, escrevendo a um amigo, num período de grandes transformações culturais, assim se expressou:
O vosso amigo Eminêncio, honrado senhor, entregou uma carta por vós ditada, admirável no estilo [...]. A língua romana foi há muito tempo banida da Bélgica e do Reno; mas se o seu esplendor sobreviveu de qualquer maneira, foi certamente convosco; a nossa jurisdição entrou em decadência ao longo da fronteira, mas enquanto viverdes e preservardes a vossa eloquência, a língua latina permanecerá inabalável. Ao retribuir as vossas saudações o meu coração alegra-se dentro de mim por a nossa cultura em desaparição ter deixado tais traços em vós [...].
Apud PEDRERO-SÁNCHEZ, Maria Guadalupe. "História da Idade Média: textos e testemunhas". São Paulo: Editora UNESP, 2000. p. 42-43.

A opinião contida no fragmento da carta está diretamente relacionada às
a) invasões dos territórios do Império Romano pelos povos germânicos, provocando mudanças nas instituições imperiais.
b) influências da cultura grega sobre a latina após a conquista da Grécia pelos romanos e sua anexação ao Império.
c) vitórias dos romanos sobre Cartago nas chamadas Guerras Púnicas (264-146 a. C.), impondo a cultura do Império a todo o norte da África.
d) crises que se abateram sobre o Império Romano depois do governo de Marco Aurélio (161-180 d. C.), quando o exército passou a controlar o poder.

QUESTÃO 02
(Unaerp) Na história de Roma, o século III da era cristã é considerado o século das crises. Foi nesse período que: 
 a) As tensões geradas pelas conquistas se refletiram nas contendas políticas, criaram um clima de constantes agitações, promovendo desordens nas cidades. 
b) O exército entrou em crise e deixou de ser o exército de cidadãos proprietários de terras. 
c) O império romano começou a sofrer a terrível crise do trabalho escravo, base principal de sua riqueza. 
d) Os soldados perderam a confiança no Estado e tornaram-se fiéis a seus generais partilhando com eles os espólios de guerra. 
e) Os conflitos pela posse da terra geraram a Guerra Civil.

QUESTÃO 03 
(Unesp) "O vínculo entre os legionários e o comandante começou progressivamente a assimilar-se ao existente entre patrão e cliente na vida civil: a partir da época de Mário e Sila, os soldados procuravam os seus generais para a reabilitação econômica e os generais usavam os soldados para incursões políticas." (Perry Anderson, "PASSAGEM DA ANTIGUIDADE AO FEUDALISMO".)
O texto oferece subsídios para a compreensão:
a) da crise da República romana.
b) da implantação da monarquia etrusca.
c) do declínio do Império Romano.
d) da ascensão do Império Bizantino.
e) do fortalecimento do Senado.

QUESTÃO 04
 (Unifesp)

Fomos em busca dos homens fugidos de nosso povoado e descobrimos que cinco deles e suas famílias estavam nas terras de Eulogio, mas os homens deste senhor impediram nos com violência de nos aproximar da entrada do domínio”. (Egito romano, em 332 d.C.) 

“... os colonos não têm liberdade para abandonar o campo ao qual estão atados por sua condição e seu nascimento. Se dele se afastam em busca de outra casa, devem ser devolvidos, acorrentados e castigados”.(Valentiniano, em 371 d.C.)

Os textos mostram a :
a) capacidade do Império romano de controlar a situação no campo, ao levar a cabo a política de transformar os escravos em colonos presos à terra. 
b) luta de classes, entre camponeses e grandes proprietários, pela posse das terras que o Estado romano, depois da crise do século III, é incapaz de controlar. 
c) transformação, dirigida pelo governo do Baixo Império, das grandes unidades de produção escravistas em unidades menores e com trabalho servil. 
d) permanência de uma política agrária, mesmo depois da crise do século III, no sentido de assegurar um número mínimo de camponeses soldados. 
e) impotência do governo romano do Baixo Império em controlar a política agrária, por ele mesmo adotada, de fixar os pobres livres no campo.

QUESTÃO 05 
(UFPB 2009)O mapa, a seguir, representa o Império Romano na transição entre os séculos IV e V d.C, por­tanto, já em sua fase de crise final.

No período ao qual o mapa se refere, o Império fragmentou-se em vários reinos, oriundos das invasões bárbaras. Sobre esse processo de crise e transição, julgue os itens em Certo ou Errado: 
(C)(E) A fase final do Império Romano foi mar­cada pela ruralização, que substituiu, gradualmente, o escravismo pelo colonato. Neste sistema, os camponeses que cultiva­vam terras de grandes proprietários rece­biam proteção e parte dos rendimentos.
(C)(E) Os “bárbaros” eram, em sua maioria, povos de línguas germânicas, que viviam nas fronteiras do Império. Muitas vezes, lutavam juntamente com os romanos como federados, condição essa que os obrigava a cederem soldados em troca de terras. 
(C)(E) A causa imediata das invasões germânicas foi a pressão dos Hunos, um povo de cavaleiros e arqueiros que era aparentado aos mongóis. Os Hunos, que chegaram à Europa no século IV d.C, foram derrotados por uma aliança romano-germânica.
(C)(E) A maior parte dos povos germânicos que realizaram as invasões já não vivia em sociedades “primitivas” no século V d.C. Eles já possuíam diferenças socioeconômicas e uma elite aristocrática, que aderiu a uma forma herética do cristianismo, o arianismo.
(C)(E) A principal invasão ao Império Romano foi feita pelos anglo-saxões, que saquearam Roma (410 d.C). Os anglo-saxões, que construíram um reino independente no norte da África, caracterizavam-se pela presença de uma poderosa marinha de guerra.

QUESTÃO 06
O império romano agonizava, ainda no século IV, os romanos assistiram às primeiras levas de bárbaros cruzarem as fronteiras do império à procura de terras para o cultivo e o pastoreio. Teodósio, em seu governo, preocupado em melhorar a administração e salvar o império, em 395 adota a seguinte medida: 
a) Divide o império romano em: do Ocidente, com capital em Roma e do Oriente, com capital Constantinopla.
b) Adota o cristianismo como religião oficial a fim conseguir maior quantidade de adeptos para o seu governo.
c) Institui a Paz Romana, uma trégua com objetivo de diminuir a tensão nas fronteiras e evitar as invasões.
d) Empreende uma das maiores campanhas militares da história romana para reprimir as invasões bárbaras.

QUESTÃO 07
Sobre a crise do Império Romano, é VERDADEIRO afirmar que:
a) O Império Romano entrou em crise porque todos os soldados romanos abandonaram seus postos e foram morar em cidades da Ásia e África.
b) A crise do Império Romano foi motivada pela corrupção, baixos investimentos no exército, crise agrícola e presença dos povos germânicos nas regiões de fronteiras.
c) A crise do Império Romano ocorreu em função da invasão de povos africanos.
d) O Império Romano entrou em crise, pois os papas passaram a governar todas as províncias romanas no século V.

QUESTÃO 8
Sobre a ruralização da economia ocorrida durante a crise do Império Romano, podemos afirmar que:
a) foi consequência da crise econômica e da insegurança provocada pelas invasões dos bárbaros;
b) foi a causa principal da falta de escravos;
c) proporcionou ao Estado a oportunidade de cobrar mais eficientemente os impostos;
d) incentivou o crescimento do comércio;
e) proporcionou às cidades o aumento de suas riquezas.

QUESTÃO 9
“Se se pode identificar na crise do mundo romano do século 3º o ponto de partida da profunda alteração que dará origem ao Ocidente medieval, parece legítimo considerar as invasões bárbaras do século 5º como acontecimento que precipitou as transformações, dando-lhe um aspecto catastrófico e modificando-lhe profundamente o aspecto”. LE GOFF, Jacques. A civilização do ocidente medieval. Bauru: Edusc, 2005, p.21.
O historiador francês Jacques Le Goff aponta que as invasões germânicas precipitaram as transformações que ocorriam na Europa, bem como o fim do Império Romano. Entretanto, também diz que outros fatores contribuíram para a desagregação do Império Romano do Ocidente. Entre as alternativas a seguir, qual pode ser considerada um fator que contribuiu para o fim do Império Romano:
a) as reformas dos irmãos Graco e a revolta de Espártaco
b) o domínio etrusco e a crise da monarquia
c) decadência do sistema escravista e desestruturação militar
d) a crise da monarquia e as reformas dos irmãos Graco
e) desestruturação militar a partir da revolta de Espártaco

QUESTÃO 10
(ESPM) O mundo romano mergulhou num prolongado período de crises. O Baixo Império foi marcado pela decadência e pela anarquia. Finalmente as invasões bárbaras minaram as forças imperiais já agonizantes, tomando pouco a pouco seus territórios e colocando fim ao império romano em 476.
(Cláudio Vicentino. História Geral)
Sobre o mundo romano no Baixo Império é correto afirmar que:
a) o período foi caracterizado pela continuidade da política de guerras de conquistas.
b) ocorreu uma expansão das áreas cultivadas em consequência da expansão territorial derivada das guerras.
c) o fim das guerras de conquistas fez escassear o número de prisioneiros e prejudicou a produção, acarretando a crise do escravismo.
d) as guerras e as conquistas permitiram obter ouro e prata abundantes, ocasionando uma inflação crescente.
e) para proteger as fronteiras do império romano, ameaçadas pelos bárbaros, foi criada a guarda pretoriana.


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terça-feira, 14 de abril de 2020

Atividade: Império Romano - Explicação em áudio


QUESTÃO 01

(Fuvest) Várias razões explicam as perseguições sofridas pelos cristãos no Império Romano, entre elas: 

a) a oposição à religião do Estado Romano e a negação da origem divina do Imperador, pelos cristãos. 
b) a publicação do Edito de Milão que impediu a legalização do Cristianismo e alimentou a repressão. 
c) a formação de heresias como a do Arianismo, de autoria do bispo Ário, que negava a natureza divina de Cristo. 
d) a organização dos Concílios Ecumênicos, que visavam promover a definição da doutrina cristã. 
e) o fortalecimento do Paganismo sob o Imperador Teodósio, que mandou martirizar milhares de cristãos. 

QUESTÃO 02

(Fgv) O Edito de Milão (313), no processo de desenvolvimento histórico de Roma, reveste-se de grande significado, tendo em vista que:

a) combateu a heresia ariana, acabando com a força política dos bispados de Alexandria e Antioquia. 
b) tornou o cristianismo a religião oficial de todo Império Romano, terminando com a concepção de rei-deus. 
c) acabou inteiramente com os cultos pagãos que então dominavam a vida religiosa. 
d) deu prosseguimento à política de Deocleciano de intenso combate à expansão do cristianismo. 
e) proclamou a liberdade do culto cristão passando Constantino a ser o protetor da Igreja. 

QUESTÃO 03

(Mackenzie) A ruralização econômica do Império Romano do Ocidente (do século III ao V d.C.) NÃO teve como consequência: 

a) o rebaixamento de muitos homens livres à condição de colonos que se tornaram presos à terra. 
b) o surgimento do colonato, que se constituiu no arrendamento de terras aos camponeses. 
c) o latifúndio, principal unidade de produção, tornou-se quase autossuficiente. 
d) o aumento do afluxo de escravos para Roma, que dinamizou a expansão da economia agrícola. 
e) o campo tornou-se mais seguro que as cidades, em decorrência das desordens político-sociais e da crise econômica. 

QUESTÃO 04

(Pucpr)A importância de Otávio Augusto em Roma antiga,concentra-se principalmente no seu esforço para: 

a) solucionar a crise agrícola decorrente da falta de pequenas propriedades. 
b) vencer as guerras púnicas, trazendo paz para a sociedade romana. 
c) estruturar um império com governo centralizado, apoiado em instituições republicanas. 
d) impedir que as reformas introduzidas pelos Gracos alterassem a estrutura agrária de Roma. 
e) favorecer a expansão do cristianismo, conciliando seus princípios com a filosofia romana. 

QUESTÃO 05

O que foi a política do pão-e-circo durante o Império Romano?

a) Política promovida pelo imperador romano para arrecadar mais impostos, através da combrança de taxas em atividades de lazer e sobre o comércio de pão.
b) Política dos reis romanos para aumentar o comércio de pão e outros alimentos que utilizavam o trigo como matéria prima.
c) Distribuição de alimentos (principalmente pão) e diversão (principalmente luta de gladiadores) como forma do imperador agradar os mais pobres, diminuindo as tensões sociais e evitando revoltas e conflitos em Roma.
d) Política promovida pelos senadores romanos com objetivo de proibir o circo e a venda ilegal de pães em Roma.

QUESTÃO 06

Em 27 a. C. Otavio Augusto tornou-se imperador romano. No seu governo estabeleceu a PaxRomana, que se prolongaria por mais de duzentos anos. A Pax Romana é caracterizada por ser um período de:

a) prosperidade e intensificação dos conflitos sociais.
b) desenvolvimento cultural e decadência econômica
c) paz e prosperidade
d) estabilização dos conflitos sociais e decadência cultural

QUESTÃO 07

(Pucrs 2015) Após o período das guerras civis que marcaram o final da República na Roma Antiga, o principado de Otávio Augusto inaugurou o período imperial com uma série de reformas administrativas, políticas e militares. Dentre tais reformas, NÃO é correto apontar:

a) a profissionalização do exército, com a liberação dos camponeses do serviço militar.
b) a nomeação de funcionários remunerados para os cargos do sistema fiscal nas províncias.
c) a extinção das principais instituições republicanas, como o Senado e o Tribunato da Plebe.
d) a abertura do acesso às magistraturas para membros de famílias provincianas.
e) a criação das províncias sob administração imperial nas fronteiras não pacificadas do império.

QUESTÃO 08

(Fuvest 2014) César não saíra de sua província para fazer mal algum, mas para se defender dos agravos dos inimigos, para restabelecer em seus poderes os tribunos da plebe que tinham sido, naquela ocasião, expulsos da Cidade, para devolver a liberdade a si e ao povo romano oprimido pela facção minoritária.
Caio Júlio César. A Guerra Civil. São Paulo: Estação Liberdade, 1999, p. 67.
O texto, do século I a.C., retrata o cenário romano de:

a) implantação da Monarquia, quando a aristocracia perseguia seus opositores e os forçava ao ostracismo, para sufocar revoltas oligárquicas e populares.
b) transição da República ao Império, período de reformulações provocadas pela expansão mediterrânica e pelo aumento da insatisfação da plebe.
c) consolidação da República, marcado pela participação política de pequenos proprietários rurais e pela implementação de amplo programa de reforma agrária.
d) passagem da Monarquia à República, período de consolidação oligárquica, que provocou a ampliação do poder e da influência política dos militares.
e) decadência do Império, então sujeito a invasões estrangeiras e à fragmentação política gerada pelas rebeliões populares e pela ação dos bárbaros.

QUESTÃO 09
(G1 - utfpr 2014) No início do Império Romano, a religião era politeísta, sendo que o culto ao Imperador era de enorme significado, uma vez que legitimava o poder que exercia. Aqueles que se recusavam a venerá-lo como um deus, sofriam terríveis perseguições até o começo do século IV. Eles eram os:
a) muçulmanos.
b) estrangeiros.
c) invasores bárbaros.
d) cristãos.
e) escravos.



QUESTÃO 10
(Fgv 2014) O anfiteatro era, para os romanos, parte de sua normalidade cotidiana, um lugar no qual reafirmavam seus valores e sua concepção do “normal”. Nos anfiteatros eram expostos, para serem supliciados, bárbaros vencidos, inimigos que se haviam insurgido contra a ordem romana. Nos anfiteatros se supliciavam, também, bandidos e marginais, como por vezes os cristãos, que eram jogados às feras e dados como espetáculo, para o prazer de seus algozes ou daqueles que defendiam os valores normais da sociedade.(Norberto Luiz Guarinello, A normalidade da violência em Roma In http:// www2.uol.com.br/historiaviva/artigos/ a_normalidade_da_violencia_em_roma.html)
Sobre as relações entre os cristãos e o Estado Romano, é correto afirmar que
a) a violência durante a República Romana vitimou os cristãos porque estes aceitaram a presença dos povos bárbaros dentro das fronteiras romanas.
b) a prática do cristianismo foi tolerada em Roma desde os primórdios dessa religião, e as ocorrências violentas podem ser consideradas exceções.
c) o cristianismo sofreu violenta perseguição no Império Romano pela sua recusa em aceitar a divinização dos imperadores.
d) a ação cristã foi consentida pelo poder romano, e a violência contra a nova religião restringiu-se aos seus principais líderes.
e) a intensa violência praticada contra os seguidores do cristianismo ocorreu por um curto período, apenas durante os primeiros anos da Monarquia Romana.

QUESTÃO 11
(Unesp 2014) Sobre o recolhimento de impostos e os gastos públicos no Império Romano, é correto afirmar que:
a) os patrícios e os proprietários de terras não pagavam tributos, uma vez que estes eram de responsabilidade exclusiva de arrendatários e escravos.
b) o desenvolvimento da engenharia civil foi essencial para integrar o Império e facilitar o deslocamento dos exércitos.
c) as obras financiadas com recursos públicos foram apenas as de função religiosa, como altares ou templos.
d) a desvalorização da moeda foi uma das formas utilizadas pelos governantes para aliviar o peso dos impostos sobre a população despossuída.
e) os tributos eram cobrados por coletores enviados diretamente de Roma, não havendo qualquer intermediação ou intervenção de autoridades locais.

QUESTÃO 12
(G1 - utfpr 2013) A religião em Roma Antiga era essencialmente politeísta e o ritual mais importante era o culto ao Imperador. Contudo, a partir do século I, muitos se negavam a admitir seu caráter divino e, por isso, ameaçavam o Estado e passavam a ser perseguidos. Tratava-se:
a) dos bárbaros invasores.
b) dos escravos, reféns de guerra.
c) de estrangeiros que preferiam cultuar seus próprios deuses.
d) dos primeiros cristãos.
e) dos judeus.




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segunda-feira, 13 de abril de 2020

Atividade: Roma Antiga - Explicação em áudio


QUESTÃO 01

(Fatec) A expansão romana pelo Mar Mediterrâneo gerou importantes transformações políticas, econômicas e sociais. Dentre elas temos: 

a) fortalecimento da família; desenvolvimento das atividades agropastoris; grande afluxo de riquezas, provenientes das conquistas. 
b) aumento do trabalho livre; maior concentração populacional nos campos e enriquecimento da elite patrícia. 
c) influência bastante grande da cultura grega; domínio político dos plebeus; grande moralização dos costumes. 
d) fim do trabalho escravo; concentração da plebe no campo; domínio político dos militares. 
e) grande número de escravos; predomínio do comércio; êxodo rural, gerando o empobrecimento da plebe.

QUESTÃO 02

(Fgv) Com a expansão do poder romano [sob a República], tornou-se enorme a diferença entre a pequena cidade nascida às margens do Tibre e a Roma todo-poderosa, agora senhora do Mediterrâneo. A economia, a política, a vida social e religiosa dos romanos passaram por profundas modificações. 
(José Jobson de A. Arruda e Nelson Piletti, "Toda a História") 

Entre as modificações que se pode identificar está :

a) a prosperidade do conjunto da plebe, maior beneficiária da ampliação do mercado consumidor em função das províncias conquistadas. 
b) a disseminação da pequena propriedade, com a distribuição da terra conquistada aos legionários, maiores responsáveis pela expansão. 
c) a crescente influência cultural dos povos conquistados, em especial os gregos, alterando as práticas religiosas romanas. 
d) o enrijecimento moral de toda a sociedade, que passou a não mais tolerar as bacanais - festas em honra ao deus Baco. 
e) a criação e consolidação do colonato como base da economia romana e sua disseminação pelas margens do mar Mediterrâneo. 

QUESTÃO 03

(Fuvest) A expansão de Roma durante a República, com o consequente domínio da bacia do Mediterrâneo, provocou sensíveis transformações sociais e econômicas, dentre as quais: 

a) marcado processo de industrialização, êxodo urbano, endividamento do Estado. 
b) fortalecimento da classe plebeia, expansão da pequena propriedade, propagação do cristianismo. 
c) crescimento da economia agropastoril, intensificação das exportações, aumento do trabalho livre. 
d) enriquecimento do Estado romano, aparecimento de uma poderosa classe de comerciantes, aumento do número de escravos. 
e) diminuição da produção nos latifúndios, acentuado processo inflacionário, escassez de mão-de-obra escrava. 

QUESTÃO 04

(Mackenzie) Leia o texto:
"Os homens que combatem e morrem pela Itália têm o ar, a luz e mais nada (...). Lutam e perecem para sustentar a riqueza e o luxo de outro, mas embora sejam chamados senhores do mundo, não têm um único torrão de terra que seja seu."
(Tibério Graco - Perry Anderson, PASSAGEM DA ANTIGÜIDADE AO FEUDALISMO, pág. 60)
Os irmãos Tibério e Caio Graco, Tribunos da Plebe romana, pretendiam:

a) limitar a área de terras públicas (Ager Publicus) ocupadas por particulares e distribuir as mesmas aos cidadãos pobres.
b) limitar a área de latifúndios e distribuir as terras públicas aos Patrícios.
c) limitar o direito de cidadania romana aos habitantes do Lácio, Etrúria e Sabínia.
d) limitar a excessiva expansão territorial derivada de uma prolongada política de conquista e anexação de terras.
e) limitar a expropriação dos latifúndios e estabelecer propriedades coletivas.

QUESTÃO 05

(Mackenzie) As Guerras Púnicas, conflitos entre Roma e Cartago, no século II a.C., foram motivadas: 

a) pela disputa pelo controle do comércio no Mar Negro e posse das colônias gregas. 
b) pelo controle das regiões da Trácia e Macedônia e o monopólio do comércio no Mediterrâneo. 
c) pelo domínio da Sicília e disputa pelo controle do comércio no Mar Mediterrâneo. 
d) pela divisão do Império Romano entre os generais romanos e a submissão de Siracusa a Cartago. 
e) pelo conflito entre o mundo romano em expansão e o mundo bárbaro persa. 

QUESTÃO 06

(Mackenzie) Durante a República Romana, a conquista da igualdade civil e política, os tribunos da plebe e a lei das Doze tábuas foram decorrentes: 

a) da marginalização política, discriminação social e desigualdade econômica que afetavam a plebe romana. 
b) da crise do sistema escravista de produção, transformando escravos em colonos e consequente declínio da agricultura. 
c) do elevado poder do exército, que para conter a pressão das invasões bárbaras realizou reformas político-administrativas. 
d) do afluxo de riqueza para Roma devido às conquistas e enfraquecimento da classe equestre. 
e) da elevação do cristianismo que pregava a igualdade de todos os homens. 

QUESTÃO 07

(Puccamp) Sobre os primitivos habitantes da Itália, pode-se afirmar que os: 

a) italiotas acomodaram-se no Sul da Itália, onde desenvolveram povoados. 
b) gregos ocuparam a parte Central da Península, subdividindo-se em vários clãs. 
c) etruscos, provavelmente originários da Ásia, ocuparam o Norte da Península. 
d) lígures fixaram-se ao Sul combatendo ferrenhamente os etruscos. 
e) sículos penetraram na Península através da cadeia dos Alpes e ocuparam o Norte. 

QUESTÃO 08

(Ufg) O governo da República romana estava dividido em três corpos tão bem equilibrados em termos de direitos que ninguém, mesmo sendo romano, poderia dizer, com certeza, se o governo era aristocrático, democrático ou monárquico. Com efeito, a quem fixar a atenção no poder dos cônsules a constituição romana parecerá monárquica; a quem fixá-la no Senado ela mais parecerá aristocrática e a quem fixar no poder do povo ela parecerá claramente democrática.
(POLÍBIOS. "Historia". Brasília: Ed. da UnB, 1985. Livro VI, 11. p. 333.)

Políbios descreve a estrutura política da República romana (509-27 a. C.), idealizando o equilíbrio entre os poderes. Não obstante, a prática política republicana caracterizou- se pela :

a) organização de uma burocracia nomeada a partir de critérios censitários, isto é, de acordo com os rendimentos.
b) manutenção do caráter oligárquico com a ordem equestre dos "homens novos" assumindo cargos na administração e no exército.
c) adoção da medida democrática de concessão da cidadania romana a todos os homens livres das províncias conquistadas.
d) administração de caráter monárquico com o poder das assembleias baseado no controle do exército e da plebe.
e) preservação do caráter aristocrático dos patrícios que controlaram o Senado, a Assembleia centuriata e as magistraturas.

QUESTÃO 09

(UFPB 2009)
Leia o texto abaixo:

Na República Romana, o Estado foi organizado por um conjunto de instituições: Senado, magistraturas e Assembléias do povo ou Comícios. O Senado supervisionava as finanças públicas e a administração das províncias, conduzia a política externa, zelava pelas tradições e a religião. Os Cônsules eram os principais magistrados, comandavam o Exército, dirigiam o Estado, convocavam o Senado e presidiam os cultos públicos. Os Comícios eram organizados por: tribos (assembléia tributa, que nomeava questores e edis); classes, de acordo com a fortuna (assembléia centuriata, que elegia os cônsules e votava as leis); clãs (assembléia curiata, que decidia sobre matérias religiosas).

Com base no texto e nos conhecimentos históricos relativos à República Romana, é correto afirmar:

a) A distribuição do poder entre as várias instituições republicanas objetivava impedir a sua concentração em uma só pessoa.
b) A res publica (coisa pública), em seus primórdios, não discriminava os habitantes de Roma, todos, indistintamente, partícipes do poder com os mesmos direitos.
c) O povo, o conjunto de cidadãos romanos sem direito político algum, era mero espectador das disputas entre os Cônsules e o Senado.
d) O poder dos Cônsules era limitado às ques­tões militares, sem influência alguma sobre os negócios públicos.
e) O Exército, na República Romana, não tinha papel político ativo, exceto como defensor da participação do povo, devido à origem popular dos seus generais.

QUESTÃO 10

O idioma principal dos antigos romanos era:

a) O italiano
b) O latim
c) O hebraico
d) O aramaico
e) O greco-romano

QUESTÃO 11

Época em que Roma era uma pequena cidade sob a influência dos etruscos:

a) Monarquia
b) República
c) Império
d) Comunismo
e) Imperialismo

QUESTÃO 12

Foram grandes proprietários de terras, rebanhos e escravos. Tiram direitos políticos e também desempenhavam altas funções públicas no exercito, na religião, na justiça ou na administração. Eram os cidadãos romanos:

a) Os plebeus
b) Os patrícios
c) Os clientes
d) Os clãs
e) Os trabalhadores rurais

QUESTÃO 13

Durante a fase republicana, ocorreram revoltas dos plebeus, homens livres que não possuíam direitos políticos. (...) As principais causas das revoltas dos plebeus foram a escravidão por dúvidas, a inexistência de leis escritas, a proibição do casamento entre patrícios e plebeus e a obrigatoriedade de os plebeus lutarem nas guerras.FARIA, Ricardo de Moura; ADHEMAR Marques; BERUTTI Flávio. História e Companhia- 5ª série. Belo Horizonte: Editora Lê, 1998. 126 p.

Em suas lutas por direitos, os plebeus conseguiram a permissão para o casamento entre patrícios e plebeus através da:

a) Lei das Doze Tábuas (451 a.C.)
b) Eleição dos Tribunos da Plebe (494 a.C)
c) Lei Canuléia (445 a.C)
d) Lei Licínia (367 a.C)

QUESTÃO 14

(UFMS – 2009) Sobre a história de Roma, é CORRETO afirmar:

a) (C) (E) Paralelamente à versão lendária da fundação de Roma pelos irmãos gêmeos Rômulo e Remo, descobertas arqueológicas atestam que, antes de 753 a.C., a região do Lácio já era habitada por povos de diferentes etnias, organizados em comunidades agrícolas e pastoris, entre eles os etruscos que, entre os séculos VII e VI a.C., expandiram seu território e controlaram a monarquia em Roma.
b) (C) (E) O período republicano foi marcado por lutas entre patrícios e plebeus, as quais resultaram na criação de magistrados especiais, conhecidos como Tribunos da Plebe, encarregados de defender os interesses jurídicos, políticos e sociais da plebe junto ao Senado.
c) (C) (E) A expansão dos domínios romanos, na Península Itálica e em torno do Mar Mediterrâneo, acarretou uma desaceleração do processo de concentração fundiária nas mãos da aristocracia patrícia, haja vista que o Estado romano estabeleceu uma série de medidas visando distribuir terras aos pequenos e médios proprietários e à plebe urbana empobrecida.
d) (C) (E) Entre as maiores heranças culturais dos romanos, para a civilização ocidental, estão o Direito, bem como a língua latina, que serviu de matriz linguística a inúmeros idiomas modernos.
e) (C) (E) Deterioração do exército, crise de suprimento da mão de obra escrava, inflação, instabilidade política, instituição do colonato, como novo tipo de relação de trabalho, foram algumas das características que marcaram o período da história romana conhecido como Diarquia, instaurada entre os séculos III e V d.C.


QUESTÃO 15

(UEPB – 2009) Dentre os movimentos sociais que marcaram a República Romana, podemos destacar as lutas entre patrícios e plebeus. Sobre estas lutas, é correto afirmar:

a) O casamento entre patrícios e plebeus não foi permitido, apesar das conquistas do povo romano nas lutas contra os patrícios.
b) Apesar da marginalização política, não havia discriminação entre patrícios e plebeus.
c) Os plebeus conquistaram, em 367 a.C, o direito de participar do consulado com a promulgação da Lei Licínia, que também regulamentou a exploração das terras públicas.
d) Quando um patrício tornava-se insolvente, sem condições de pagar dívidas, tinha de se submeter ao nexum. Este foi um dos fatores que causou os conflitos entre plebeus e patrícios.
e) Em 450 a.C, foi publicada a Lei das Doze Tábuas, um dos fundamentos do Direito Romano, que não assegurou a igualdade jurídica entre patrícios e plebeus.




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bons estudos!