1 – A canção acima apresenta aspectos
culturais do continente africano. Com base nas informações e interpretação
canção assinale a alternativa correta:
a) A canção aborda a temática da
exploração colonial europeia no século XV no continente africano.
b) Os aspectos culturais presentes na
canção nos faz pensar que a cultura do continente africano é igual para todos o
seu território.
c) A canção nos apresenta a diversidade
cultural presente no continente africano e parte de suas peculiaridades como,
por exemplo, a origem do homem, religiosidade, características geográficas,
etc.
d) A canção enaltece a cultura africana
em detrimento das culturas europeias.
2 – Assinale a alternativa correta sobre
a interpretação da canção África, apresentada acima.
a) O continente africano tem como base
religiosa o cristianismo.
b) O continente africano tem como base
religiosa o islamismo.
c) O continente africano apresenta uma
diversidade religiosa, pois temos diversas religiões presentes no território.
d) Os contos africanos são
exclusivamente de origem oral.
3 – Países africanos que falam a língua
portuguesa:
a) Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, São
Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Guiné Equatorial.
b) Angola, Sudão, São Tomé e Príncipe,
Cabo Verde e Guiné Equatorial.
c) Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, São
Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Ruanda.
d) Angola, Serra Leoa, República Centro
Africana e Congo.
4 – No Brasil esse termo significa: “professor,
senhor. Termo usado no Brasil para designar os negros muçulmanos que sabiam ler
e escrever em língua árabe.”
a) Malê
b) Iorubá
c) Baobá
d) Orixá
5 - A construção de estereótipos, na
maioria das vezes negativos, criam empecilhos para que a população brasileira,
majoritariamente descendente de africanos, reconheça uma de suas matrizes formadoras. Assinale a
alternativa que representa os estereótipos mais comuns ao se retratar os países
africanos:
a) Visão estereotipada que apresenta o
território africano como sendo o centro da cultura ocidental em detrimento das
demais culturas ocidentais e orientais
b) Visão estereotipada: três "Ts" (tribo, tambor e Tarzan),
que corresponde ao imaginário criado a um continente supostamente exótico,
primitivo, miserável, ignorante e violento.
c) Visão reducionista que mostra os
povos subsaarianos como superiores aos demais povos africanos.
d) Visão teocrática, pois aborda as
religiões africanas como universais e salvíficas.
6 – Leia o mapa a seguir:
Assinale a alternativa que apresenta
corretamente os principais povos que foram escravizados na África e trazidos a
força para o Brasil:
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Breve resumo sobre as características renascentistas e seus principais representantes.
Algumas explicações sobre conceitos desenvolvidos no Renascimento como: antropocentrismo, teoria heliocêntrica, humanismo e dentre outros aspectos que fundamentaram a proposta Renascentista.
Nesse post, estudaremos a formação das monarquias nacionais, o absolutismo, o mercantilismo e as grandes navegações!
Todas as dúvidas podem ser deixadas nos comentários e serão devidamente respondidas!
(Ufrn)
Sidônio Apolinário, aristocrata da Gália romana, escrevendo a um amigo, num
período de grandes transformações culturais, assim se expressou:
O
vosso amigo Eminêncio, honrado senhor, entregou uma carta por vós ditada,
admirável no estilo [...]. A língua romana foi há muito tempo banida da Bélgica
e do Reno; mas se o seu esplendor sobreviveu de qualquer maneira, foi
certamente convosco; a nossa jurisdição entrou em decadência ao longo da
fronteira, mas enquanto viverdes e preservardes a vossa eloquência, a língua
latina permanecerá inabalável. Ao retribuir as vossas saudações o meu coração
alegra-se dentro de mim por a nossa cultura em desaparição ter deixado tais
traços em vós [...].
Apud
PEDRERO-SÁNCHEZ, Maria Guadalupe. "História da Idade Média: textos e
testemunhas". São Paulo: Editora UNESP, 2000. p. 42-43.
A
opinião contida no fragmento da carta está diretamente relacionada às
a)
invasões dos territórios do Império Romano pelos povos germânicos, provocando
mudanças nas instituições imperiais.
b)
influências da cultura grega sobre a latina após a conquista da Grécia pelos
romanos e sua anexação ao Império.
c)
vitórias dos romanos sobre Cartago nas chamadas Guerras Púnicas (264-146 a.
C.), impondo a cultura do Império a todo o norte da África.
d)
crises que se abateram sobre o Império Romano depois do governo de Marco
Aurélio (161-180 d. C.), quando o exército passou a controlar o poder.
QUESTÃO 02
(Unaerp)
Na história de Roma, o século III da era cristã é considerado o século das
crises. Foi nesse período que:
a)
As tensões geradas pelas conquistas se refletiram nas contendas políticas,
criaram um clima de constantes agitações, promovendo desordens nas
cidades.
b)
O exército entrou em crise e deixou de ser o exército de cidadãos proprietários
de terras.
c)
O império romano começou a sofrer a terrível crise do trabalho escravo, base
principal de sua riqueza.
d)
Os soldados perderam a confiança no Estado e tornaram-se fiéis a seus generais
partilhando com eles os espólios de guerra.
e)
Os conflitos pela posse da terra geraram a Guerra Civil.
QUESTÃO 03
(Unesp)
"O vínculo entre os legionários e o comandante começou progressivamente a
assimilar-se ao existente entre patrão e cliente na vida civil: a partir da
época de Mário e Sila, os soldados procuravam os seus generais para a
reabilitação econômica e os generais usavam os soldados para incursões
políticas." (Perry Anderson, "PASSAGEM DA ANTIGUIDADE AO
FEUDALISMO".)
O
texto oferece subsídios para a compreensão:
a)
da crise da República romana.
b)
da implantação da monarquia etrusca.
c)
do declínio do Império Romano.
d)
da ascensão do Império Bizantino.
e)
do fortalecimento do Senado.
QUESTÃO 04
(Unifesp)
“Fomos
em busca dos homens fugidos de nosso povoado e descobrimos que cinco deles e
suas famílias estavam nas terras de Eulogio, mas os homens deste senhor
impediram nos com violência de nos aproximar da entrada do domínio”. (Egito
romano, em 332 d.C.)
“...
os colonos não têm liberdade para abandonar o campo ao qual estão atados por
sua condição e seu nascimento. Se dele se afastam em busca de outra casa, devem
ser devolvidos, acorrentados e castigados”.(Valentiniano, em 371
d.C.)
Os
textos mostram a :
a)
capacidade do Império romano de controlar a situação no campo, ao levar a cabo
a política de transformar os escravos em colonos presos à terra.
b)
luta de classes, entre camponeses e grandes proprietários, pela posse das
terras que o Estado romano, depois da crise do século III, é incapaz de
controlar.
c)
transformação, dirigida pelo governo do Baixo Império, das grandes unidades de
produção escravistas em unidades menores e com trabalho servil.
d)
permanência de uma política agrária, mesmo depois da crise do século III, no
sentido de assegurar um número mínimo de camponeses soldados.
e)
impotência do governo romano do Baixo Império em controlar a política agrária,
por ele mesmo adotada, de fixar os pobres livres no campo.
QUESTÃO 05
(UFPB
2009)O mapa, a seguir, representa o Império Romano na transição entre os
séculos IV e V d.C, portanto, já em sua fase de crise final.
No
período ao qual o mapa se refere, o Império fragmentou-se em vários reinos,
oriundos das invasões bárbaras. Sobre esse processo de crise e transição,
julgue os itens em Certo ou Errado:
(C)(E)
A fase final do Império Romano foi marcada pela ruralização, que substituiu,
gradualmente, o escravismo pelo colonato. Neste sistema, os camponeses que
cultivavam terras de grandes proprietários recebiam proteção e parte dos
rendimentos.
(C)(E)
Os “bárbaros” eram, em sua maioria, povos de línguas germânicas, que viviam nas
fronteiras do Império. Muitas vezes, lutavam juntamente com os romanos como
federados, condição essa que os obrigava a cederem soldados em troca de
terras.
(C)(E)
A causa imediata das invasões germânicas foi a pressão dos Hunos, um povo de
cavaleiros e arqueiros que era aparentado aos mongóis. Os Hunos, que chegaram à
Europa no século IV d.C, foram derrotados por uma aliança romano-germânica.
(C)(E)
A maior parte dos povos germânicos que realizaram as invasões já não vivia em
sociedades “primitivas” no século V d.C. Eles já possuíam diferenças
socioeconômicas e uma elite aristocrática, que aderiu a uma forma herética do
cristianismo, o arianismo.
(C)(E)
A principal invasão ao Império Romano foi feita pelos anglo-saxões, que
saquearam Roma (410 d.C). Os anglo-saxões, que construíram um reino
independente no norte da África, caracterizavam-se pela presença de uma
poderosa marinha de guerra.
QUESTÃO 06
O
império romano agonizava, ainda no século IV, os romanos assistiram às
primeiras levas de bárbaros cruzarem as fronteiras do império à procura de
terras para o cultivo e o pastoreio. Teodósio, em seu governo, preocupado em
melhorar a administração e salvar o império, em 395 adota a seguinte medida:
a)
Divide o império romano em: do Ocidente, com capital em Roma e do Oriente, com
capital Constantinopla.
b)
Adota o cristianismo como religião oficial a fim conseguir maior quantidade de
adeptos para o seu governo.
c)
Institui a Paz Romana, uma trégua com objetivo de diminuir a tensão nas
fronteiras e evitar as invasões.
d)
Empreende uma das maiores campanhas militares da história romana para reprimir
as invasões bárbaras.
QUESTÃO 07
Sobre
a crise do Império Romano, é VERDADEIRO afirmar que:
a)
O Império Romano entrou em crise porque todos os soldados romanos abandonaram
seus postos e foram morar em cidades da Ásia e África.
b)
A crise do Império Romano foi motivada pela corrupção, baixos investimentos no
exército, crise agrícola e presença dos povos germânicos nas regiões de
fronteiras.
c)
A crise do Império Romano ocorreu em função da invasão de povos africanos.
d)
O Império Romano entrou em crise, pois os papas passaram a governar todas as
províncias romanas no século V.
QUESTÃO 8
Sobre
a ruralização da economia ocorrida durante a crise do Império Romano, podemos
afirmar que:
a)
foi consequência da crise econômica e da insegurança provocada pelas invasões
dos bárbaros;
b)
foi a causa principal da falta de escravos;
c)
proporcionou ao Estado a oportunidade de cobrar mais eficientemente os
impostos;
d)
incentivou o crescimento do comércio;
e)
proporcionou às cidades o aumento de suas riquezas.
QUESTÃO 9
“Se
se pode identificar na crise do mundo romano do século 3º o ponto de partida da
profunda alteração que dará origem ao Ocidente medieval, parece legítimo
considerar as invasões bárbaras do século 5º como acontecimento que precipitou
as transformações, dando-lhe um aspecto catastrófico e modificando-lhe
profundamente o aspecto”. LE GOFF, Jacques. A civilização do ocidente medieval.
Bauru: Edusc, 2005, p.21.
O
historiador francês Jacques Le Goff aponta que as invasões germânicas
precipitaram as transformações que ocorriam na Europa, bem como o fim do
Império Romano. Entretanto, também diz que outros fatores contribuíram para a
desagregação do Império Romano do Ocidente. Entre as alternativas a seguir,
qual pode ser considerada um fator que contribuiu para o fim do Império Romano:
a)
as reformas dos irmãos Graco e a revolta de Espártaco
b)
o domínio etrusco e a crise da monarquia
c)
decadência do sistema escravista e desestruturação militar
d)
a crise da monarquia e as reformas dos irmãos Graco
e)
desestruturação militar a partir da revolta de Espártaco
QUESTÃO 10
(ESPM)
O mundo romano mergulhou num prolongado período de crises. O Baixo Império foi
marcado pela decadência e pela anarquia. Finalmente as invasões bárbaras
minaram as forças imperiais já agonizantes, tomando pouco a pouco seus
territórios e colocando fim ao império romano em 476.
(Cláudio
Vicentino. História Geral)
Sobre
o mundo romano no Baixo Império é correto afirmar que:
a)
o período foi caracterizado pela continuidade da política de guerras de
conquistas.
b)
ocorreu uma expansão das áreas cultivadas em consequência da expansão
territorial derivada das guerras.
c)
o fim das guerras de conquistas fez escassear o número de prisioneiros e
prejudicou a produção, acarretando a crise do escravismo.
d)
as guerras e as conquistas permitiram obter ouro e prata abundantes,
ocasionando uma inflação crescente.
e) para proteger as
fronteiras do império romano, ameaçadas pelos bárbaros, foi criada a guarda
pretoriana.
Bons estudos! Dúvidas podem deixar nos comentários!
(Fuvest) Várias razões
explicam as perseguições sofridas pelos cristãos no Império Romano, entre
elas:
a) a oposição à
religião do Estado Romano e a negação da origem divina do Imperador, pelos
cristãos.
b) a publicação do Edito de Milão que
impediu a legalização do Cristianismo e alimentou a repressão.
c) a formação de heresias como a do
Arianismo, de autoria do bispo Ário, que negava a natureza divina de
Cristo.
d) a organização dos Concílios
Ecumênicos, que visavam promover a definição da doutrina cristã.
e) o fortalecimento do Paganismo sob o
Imperador Teodósio, que mandou martirizar milhares de cristãos.
QUESTÃO
02
(Fgv) O Edito de Milão (313), no
processo de desenvolvimento histórico de Roma, reveste-se de grande
significado, tendo em vista que:
a) combateu a heresia ariana, acabando
com a força política dos bispados de Alexandria e Antioquia.
b) tornou o cristianismo a religião
oficial de todo Império Romano, terminando com a concepção de rei-deus.
c) acabou inteiramente com os cultos
pagãos que então dominavam a vida religiosa.
d) deu prosseguimento à política de
Deocleciano de intenso combate à expansão do cristianismo.
e) proclamou a
liberdade do culto cristão passando Constantino a ser o protetor da Igreja.
QUESTÃO
03
(Mackenzie) A ruralização
econômica do Império Romano do Ocidente (do século III ao V d.C.) NÃO teve como
consequência:
a) o rebaixamento de muitos homens livres
à condição de colonos que se tornaram presos à terra.
b) o surgimento do colonato, que se constituiu
no arrendamento de terras aos camponeses.
c) o latifúndio, principal unidade de
produção, tornou-se quase autossuficiente.
d) o aumento do
afluxo de escravos para Roma, que dinamizou a expansão da economia
agrícola.
e) o campo tornou-se mais seguro que as
cidades, em decorrência das desordens político-sociais e da crise
econômica.
QUESTÃO 04
(Pucpr)A importância de Otávio
Augusto em Roma antiga,concentra-se principalmente no seu esforço para:
a) solucionar a crise agrícola decorrente
da falta de pequenas propriedades.
b) vencer as guerras púnicas, trazendo
paz para a sociedade romana.
c) estruturar
um império com governo centralizado, apoiado em instituições
republicanas.
d) impedir que as reformas introduzidas
pelos Gracos alterassem a estrutura agrária de Roma.
e) favorecer a expansão do cristianismo,
conciliando seus princípios com a filosofia romana.
QUESTÃO
05
O que foi a política
do pão-e-circo durante o Império Romano?
a) Política promovida pelo imperador romano para arrecadar mais
impostos, através da combrança de taxas em atividades de lazer e sobre o
comércio de pão.
b) Política dos reis romanos para aumentar o comércio de pão e
outros alimentos que utilizavam o trigo como matéria prima.
c) Distribuição de alimentos (principalmente pão) e diversão
(principalmente luta de gladiadores) como forma do imperador agradar os mais
pobres, diminuindo as tensões sociais e evitando revoltas e conflitos em Roma.
d) Política promovida pelos senadores romanos com objetivo de
proibir o circo e a venda ilegal de pães em Roma.
QUESTÃO 06
Em 27 a. C. Otavio Augusto tornou-se imperador romano. No seu
governo estabeleceu a PaxRomana, que se prolongaria por mais de duzentos anos.
A Pax Romana é caracterizada por ser um período de:
a) prosperidade e intensificação dos conflitos sociais.
b) desenvolvimento cultural e decadência econômica
c) paz e prosperidade
d) estabilização dos conflitos sociais e decadência cultural
QUESTÃO 07
(Pucrs 2015) Após o período das
guerras civis que marcaram o final da República na Roma Antiga, o principado de
Otávio Augusto inaugurou o período imperial com uma série de reformas
administrativas, políticas e militares. Dentre tais reformas, NÃO é correto apontar:
a) a profissionalização do exército, com a
liberação dos camponeses do serviço militar. b) a nomeação de funcionários remunerados para
os cargos do sistema fiscal nas províncias. c) a extinção das principais instituições
republicanas, como o Senado e o Tribunato da Plebe. d) a abertura do acesso às magistraturas para
membros de famílias provincianas. e) a criação das províncias sob administração
imperial nas fronteiras não pacificadas do império.
QUESTÃO 08
(Fuvest
2014) César não saíra de sua província para
fazer mal algum, mas para se defender dos agravos dos inimigos, para
restabelecer em seus poderes os tribunos da plebe que tinham sido, naquela
ocasião, expulsos da Cidade, para devolver a liberdade a si e ao povo romano
oprimido pela facção minoritária.
Caio Júlio César. A Guerra Civil. São
Paulo: Estação Liberdade, 1999, p. 67.
O texto, do século I a.C., retrata o
cenário romano de:
a) implantação da Monarquia, quando a aristocracia perseguia seus opositores e
os forçava ao ostracismo, para sufocar revoltas oligárquicas e populares.
b) transição da República ao Império, período de reformulações provocadas pela
expansão mediterrânica e pelo aumento da insatisfação da plebe.
c) consolidação da República, marcado pela participação política de pequenos
proprietários rurais e pela implementação de amplo programa de reforma agrária.
d) passagem da Monarquia à República, período de consolidação oligárquica, que
provocou a ampliação do poder e da influência política dos militares.
e) decadência do Império, então sujeito a invasões estrangeiras e à
fragmentação política gerada pelas rebeliões populares e pela ação dos
bárbaros.
QUESTÃO 09
(G1 - utfpr 2014) No início do Império Romano, a religião era politeísta, sendo que
o culto ao Imperador era de enorme significado, uma vez que legitimava o poder
que exercia. Aqueles que se recusavam a venerá-lo como um deus, sofriam
terríveis perseguições até o começo do século IV. Eles eram os:
a) muçulmanos.
b) estrangeiros.
c) invasores bárbaros.
d) cristãos.
e) escravos.
QUESTÃO 10
(Fgv 2014) O anfiteatro era, para os romanos, parte de sua normalidade
cotidiana, um lugar no qual reafirmavam seus valores e sua concepção do
“normal”. Nos anfiteatros eram expostos, para serem supliciados, bárbaros
vencidos, inimigos que se haviam insurgido contra a ordem romana. Nos
anfiteatros se supliciavam, também, bandidos e marginais, como por vezes os
cristãos, que eram jogados às feras e dados como espetáculo, para o prazer de
seus algozes ou daqueles que defendiam os valores normais da sociedade.(Norberto Luiz Guarinello, A normalidade da
violência em Roma In http:// www2.uol.com.br/historiaviva/artigos/
a_normalidade_da_violencia_em_roma.html)
Sobre
as relações entre os cristãos e o Estado Romano, é correto afirmar que
a) a violência durante a República Romana
vitimou os cristãos porque estes aceitaram a presença dos povos bárbaros dentro
das fronteiras romanas.
b) a prática do cristianismo foi tolerada
em Roma desde os primórdios dessa religião, e as ocorrências violentas podem
ser consideradas exceções.
c) o cristianismo sofreu violenta
perseguição no Império Romano pela sua recusa em aceitar a divinização dos
imperadores.
d) a ação cristã foi consentida pelo
poder romano, e a violência contra a nova religião restringiu-se aos seus
principais líderes.
e) a intensa violência praticada contra
os seguidores do cristianismo ocorreu por um curto período, apenas durante os
primeiros anos da Monarquia Romana.
QUESTÃO 11
(Unesp 2014) Sobre o recolhimento de impostos e os gastos públicos no Império
Romano, é correto afirmar que:
a) os patrícios e os proprietários de
terras não pagavam tributos, uma vez que estes eram de responsabilidade
exclusiva de arrendatários e escravos.
b) o desenvolvimento da engenharia civil
foi essencial para integrar o Império e facilitar o deslocamento dos exércitos.
c) as obras financiadas com recursos
públicos foram apenas as de função religiosa, como altares ou templos.
d) a desvalorização da moeda foi uma das
formas utilizadas pelos governantes para aliviar o peso dos impostos sobre a
população despossuída.
e) os tributos eram cobrados por
coletores enviados diretamente de Roma, não havendo qualquer intermediação ou
intervenção de autoridades locais.
QUESTÃO 12
(G1 - utfpr 2013) A religião em Roma Antiga era essencialmente politeísta e o ritual
mais importante era o culto ao Imperador. Contudo, a partir do século I, muitos
se negavam a admitir seu caráter divino e, por isso, ameaçavam o Estado e
passavam a ser perseguidos. Tratava-se:
a) dos bárbaros invasores.
b) dos escravos, reféns de guerra.
c) de estrangeiros que preferiam cultuar
seus próprios deuses.
d) dos primeiros cristãos.
e) dos judeus.
Bons estudos!
Usem os comentários para possíveis dúvidas, críticas e sugestões!