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sexta-feira, 17 de julho de 2020

Atividade: Mesopotâmia


1 - A região denominada Mesopotâmia ficava entre os rios
a) Nilo e Ganges
b) Tigre e Eufrates
c) Nilo e Tigre
d) Ganges e Eufrates
e) Ganges e Tigre

2 - Alguns povos que fizeram parte da civilização Mesopotâmica são
a) sumérios e acádios
b) gregos e romanos
c) gregos e egípcios
d) sumérios e romanos
e) egípcios e acádios

3 - O nome da região que deu origem a várias civilizações da Antiguidade e possuía uma terra fecunda era:
a) Jardins da Babilônia
b) Foz do rio Nilo
c) Acádia Babilônica
d) Torre de Babel
e) Crescente Fértil

4 - Quais das cidades abaixo fizeram parte do desenvolvimento da Mesopotâmia?
a) Cairo, Roma e Atenas
b) Atenas, Babel e Uruk
c) Roma, Cairo e Babel
d) Acádia, Babilônia e Babel
e) Tessália, Corinto e Mileto

5 - Hamurabi, o mais importante rei da Babilônia, organizou o chamado Código de Hamurabi, que era:
a) um código de leis escritas
b) uma reunião de conselhos para o povo
c) um livro sagrado
d) uma assembleia
e) nenhuma das anteriores

6 - A mais antiga língua escrita, chamada de escrita cuneiforme, foi desenvolvida cerca de 3000 a.C. pelos:
a) Fenícios
b) Sumérios
c) Acádios
d) Babilônios
e) Amonitas

7 - (UFU/MG) Os fenícios, na Antiguidade, foram conhecidos, sobretudo, por suas atividades ligadas:
a) À propagação do monoteísmo.
b) Ao comércio marítimo.
c) Ao expansionismo militarista.
d) À criatividade científica.
e) À agricultura intensiva.

8 - (PUC/SP) Na História Antiga, os sumérios são necessariamente associados quando se estuda(m):
a) A evolução econômica da civilização fenícia.
b) A base cultural das civilizações mesopotâmicas.
c) O caráter medicinal das religiões africanas.
d) A tendência beligerante dos povos árabes.
e) As raízes culturais das civilizações do Extremo Oriente.

9 - (UFRN) As sociedades que, na Antiguidade, habitavam os vales dos rios Nilo, Tigre e Eufrates tinham em comum o fato de:
a) Terem desenvolvido um intenso comércio marítimo, que favoreceu a constituição de grandes civilizações hidráulicas.
b) Serem povos orientais que formaram diversas cidades-estado, as quais organizavam e controlavam a produção de cereais.
c) Haverem possibilitado a formação do Estado a partir da produção de excedentes, da necessidade de controle hidráulico e da diferenciação social.
d) Possuírem, baseados na prestação de serviço dos camponeses, imensos exércitos que viabilizaram a formação de grandes impérios milenares.

10 - (Unesp-2013) [Na Mesopotâmia,] todos os bens produzidos pelos próprios palácios e templos não eram suficientes para seu sustento. Assim, outros rendimentos eram buscados na exploração da população das aldeias e das cidades. As formas de exploração eram principalmente duas: os impostos e os trabalhos forçados. (Marcelo Rede. A Mesopotâmia, 2002.)
Entre os trabalhos forçados a que o texto se refere, podemos mencionar a
a) internação de doentes e loucos em áreas rurais, onde deviam cuidar das plantações de algodão, cevada e sésamo.
b) utilização de prisioneiros de guerra como artesãos ou pastores de grandes rebanhos de gado bovino e caprino.
c) escravidão definitiva dos filhos mais velhos das famílias de camponeses, o que caracterizava o sistema econômico mesopotâmico como escravista.
d) servidão por dívidas, que provocava a submissão total, pelo resto da vida, dos devedores aos credores.
e) obrigação de prestar serviços, devida por toda a população livre, nas obras realizadas pelo rei, como templos ou muralhas.

11 - (Fuvest) A partir do III milênio a. C. desenvolveram-se, nos vales dos grandes rios do Oriente Próximo, como o Nilo, o Tigre e o Eufrates, estados teocráticos, fortemente organizados e centralizados e com extensa burocracia. Uma explicação para seu surgimento é
a) a revolta dos camponeses e a insurreição dos artesãos nas cidades, que só puderam ser contidas pela imposição dos governos autoritários.
b) a necessidade de coordenar o trabalho de grandes contingentes humanos, para realizar obras de irrigação.
c) a influência das grandes civilizações do Extremo Oriente, que chegou ao Oriente Próximo através das caravanas de seda.
d) a expansão das religiões monoteístas, que fundamentavam o caráter divino da realeza e o poder absoluto do monarca.
e) a introdução de instrumentos de ferro e a consequente revolução tecnológica, que transformou a agricultura dos vales e levou à centralização do poder.

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Atividade: Hebreus e Fenícios


1 – (UFRR/2014) “O senhor visitou Sara, como ele tinha dito, e cumpriu em seu favor o que havia prometido. Sara concebeu e, apesar de sua velhice, deu à luz um filho de Abraão, no tempo fixado por Deus. Abraão pôs o nome de Isaac ao filho que lhe nascera de Sara”. (Gênese, 21).
De Isaac descendem todos os hebreus. Sobre os hebreus e a antiguidade oriental é incorreto afirmar:
a) O Código de Hamurábi contém alguns direitos de Família, tais como: o homem tinha uma esposa principal e podia dispor de concubinas; a mulher principal tinha direitos que a concubina não possuía.
b) O reino de Davi foi superior aos impérios egípcios e babilônicos e até hoje Davi é o símbolo do poder político dos hebreus, no moderno Estado de Israel.
c) O hebraico é uma língua semita, pertencente ao mesmo grupo do aramaico e de outras línguas faladas na Mesopotâmia.
d) De 1200 a.C. a 1030 a.C., os hebreus desenvolveram um sistema tribal sem propriedade particular de bens de produção. Governantes existiram apenas em ocasiões de guerra.
e) Entre os hebreus, Iavé passou de um deus tribal para um deus universal; os profetas Amós e Isaías foram os grandes responsáveis pela mudança.

2 - (UFPE) Entre os povos do oriente médio, os hebreus foram os que mais influenciaram a cultura da civilização ocidental, uma vez que o cristianismo é considerado como uma continuação das tradições religiosas hebraicas.
A partir do texto anterior, assinale a alternativa incorreta:
a) Originários da Arábia, os hebreus constituíram dois reinos: o de Judá e o de Israel na Palestina.
b) As guerras geraram a unidade política dos hebreus. Essa unidade se firmou primeiro em torno de juízes e, depois, em volta dos reis.
c) Os profetas surgiram na Palestina por volta dos séculos VIII e VII a.C., quando ocorreu uma onda de protestos dos trabalhadores contra os comerciantes.
d) A religião hebraica passou por diversas fases, evoluindo do politeísmo ao monoteísmo difundido pelos profetas.
e) Os hebreus organizaram-se social e economicamente com base na propriedade da terra, o que deu
início à Diáspora.

3 - (UFRN) Entre os hebreus da Antiguidade, os profetas eram considerados mensageiros de Deus, lembrando ao povo as demandas da justiça e da Lei dadas por Javé. Isaías, um dos profetas dessa época, em nome de Javé proclamou:

“Ai dos que decretam leis injustas; dos que escrevem leis de opressão, para negarem justiça aos pobres, para arrebatarem o direito aos aflitos do meu povo, a fim de despojarem as viúvas e roubarem os órfãos!” (Isaías 10:1-2)

“Ai dos que ajuntam casa a casa, reúnem campo a campo, até que não haja mais lugar, e ficam como únicos moradores no meio da terra!” (Isaías 5:8)
Esses pronunciamentos do profeta Isaías estão ligados a uma época da história hebraica em que ocorreu:

a) a saída dos hebreus do Egito, sob o comando de Moisés, e o estabelecimento em Canaã, conquistando as terras dos povos que ali habitavam.
b) a imigração para o Egito, quando os hebreus receberam terras férteis no delta do rio Nilo, por influência de José, que exercia ali o cargo de governador.
c) a formação de uma aristocracia, que enriquecera com o comércio e com a apropriação das terras dos camponeses endividados.
d) a conquista de Jerusalém por Nabucodonosor, quando os judeus foram despojados de suas terras e deportados para a Babilônia.
e) o domínio persa, como Ciro, o Grande, que massacrou milhares de camponeses hebreus.

4 - O termo semita é comumente usado para referir-se aos hebreus (ou judeus), tal como o termo antissemita é usado para qualificar o tipo de discurso ou ideia pessoal que tem por objetivo hostilizar a cultura hebraica. A origem desse termo, segundo a tradição hebraica, remete à figura de:
a) Sem, um profeta obscuro da época dos patriarcas.
b) Sem, um rei babilônico que dominou a Mesopotâmia.
c) Sem, filho de Noé.
d) Sem, isto é, os hebreus seminômades que habitavam a península arábica.

5 - (PUC-SP) Diáspora é o termo que designa a dispersão dos hebreus por várias regiões do mundo, após serem expulsos de seu território no século II. Somente depois de 1948, com a criação do Estado de Israel, esse povo pôde voltar a se reunir num mesmo país. Entretanto, essa reconquista vem sendo, há quase meio século, motivo de contendas entre os israelenses e o povo ocupante daquela região. O ano de 1995, talvez, seja o marco do apaziguamento desses conflitos, uma vez que acordos têm sido realizados pelos seus líderes, sob a chancela da diplomacia internacional – o que, infelizmente, não impediu o assassinato do primeiro-ministro de Israel. O povo que provocou a dispersão dos hebreus no século II e o povo que manteve o confronto com os israelenses desde 1948 são, respectivamente:
a) os egípcios e os iranianos.
b) os romanos e os palestinos.
c) os palestinos e os egípcios
d) os romanos e os iranianos
e) os egípcios e os palestinos.

6 - Os judeus foram dominados por diversos povos da Antiguidade, após seu estabelecimento na região da Palestina, no Oriente Médio. Qual das alternativas abaixo NÃO corresponde a um povo que dominou os judeus:
a) Fenícios.
b) Macedônios.
c) Romanos.
d) Assírios.
e) Babilônios.

7 - (UFMS/2005) Sobre a Bíblia e a história dos hebreus, é correto afirmar que:
a) a Bíblia é, ao mesmo tempo, o livro cujas traduções estão mais espalhadas pelo mundo e, segundo alguns historiadores, um dos menos lidos de todos os best-sellers. Além de ser um livro sagrado, ela também é uma importante fonte de pesquisa para o conhecimento da história dos hebreus.
b) o povo hebreu, do qual a Bíblia é originária, desde seus primórdios manifestou total desprezo pelas suas tradições escritas. Isso significa que, para eles, a tradição oral teve mais importância na transmissão de conhecimentos e costumes, enfim, para a manutenção de sua identidade.
c) na Bíblia, a história dos hebreus começa em Gênesis, quando Moisés, um dos patriarcas, recebeu a ordem de deixar a sua terra natal para ir rumo à terra que Deus lhe mostrou para nela se estabelecer.
d) embora a Bíblia seja considerada um livro sagrado, ela não deve ser vista como um documento que possa ser estudado por historiadores, pois religião e ciência são diferentes esferas do conhecimento.
e) a Bíblia, composta pelo Antigo e pelo Novo Testamento, é considerada integralmente um livro sagrado para cristãos, judeus e mulçumanos.

8 - (UFSC) "Subitamente, entreabria-se o quadro sonoro para irromper o coro das lamentações. Acabavam no ar, lucíolas extintas, os derradeiros sons da harpa de David; perdia-se em ecos a derradeira antístrofe de Salomão; [...]. Clamavam as imprecações do dilúvio, os desesperos de Gomorra; flamejava no firmamento a espada do anjo de Senaqueribe; dialogavam em concerto tétrico as súplicas do Egito, os gemidos de Babilônia, as pedras condenadas de Jerusalém."  (POMPÉIA, Raul. "O Ateneu". São Paulo: Ática, 1990. p. 37.)  Sobre os hebreus e os judeus julgue os itens a seguir:
a) no século XX, após a Segunda Guerra Mundial, com a criação do Estado de Israel pela ONU, os judeus voltaram a se reunir em um território.
b) no primeiro milênio a.C., os hebreus foram retirados à força de Canaã pelos egípcios, que os levaram ao vale do rio Nilo e os fizeram escravos. 
c) o dilúvio, narrado no Antigo Testamento, provavelmente foi inspirado em um relato muito mais antigo, conhecido pelos sumérios. 
d) a construção do Templo de Jerusalém por Salomão foi um marco na centralização política dos hebreus durante o período monárquico. 
e) a religião dos hebreus não teve qualquer importância na construção da identidade daquele povo.

9 - (UNESP) Na região onde atualmente se encontra o Líbano, instalou-se, no III milênio a.C., um povo semita, que passou a ocupar a estreita faixa de terra, com cerca de 200 quilômetros de comprimento, apertada entre o mar e as montanhas. Várias razões os levaram ao comércio marítimo, merecendo destaque sua proximidade geográfica com o Egito; a costa, que oferecia lugares para bons portos; e os cedros, principal riqueza, usados na construção de navios. O contido nesse parágrafo refere-se ao povo:
a) fenício.
b) hebreu.
c) sumério.
d) hitita.
e) assírio.

10 - Que característica da civilização fenícia foi herdada por civilizações da Europa Ocidental, como a grega e a romana, e que se destaca ainda hoje como uma das invenções mais importantes para o desenvolvimento da cultura humana?
a) a invenção da bússola.
b) o desenvolvimento da escrita alfabética.
c) a criação da pólvora.
d) a descoberta da fusão de metais, como o ferro.
e) o desenvolvimento do monoteísmo religioso.














“Educa a criança no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.”
Provérbios 22,6

terça-feira, 30 de junho de 2020

Atividade: Antigo Egito


1 - Observe a imagem abaixo:

Na imagem é possível perceber a representação de um culto egípcio a um deus cujo símbolo é um disco solar. A adoração a esse deus representou uma revolução religiosa impulsionada por um faraó do Novo Império ao crescente poder que detinham os sacerdotes egípcios. Qual era esse faraó e qual sua ação revolucionária?

a) Faraó Tutancâmon e a transformação das pirâmides em templos.
b) Faraó Amenemhat III e a criação do politeísmo.
c) Faraó Amósis I e o fim da prática do antropozoomorfismo.
d) Faraó Amenófis IV e o fim do politeísmo.
e) Faraó Tutmés III e a adoção do monoteísmo.

2 - Em 3200 a.C., Menés ficou conhecido por ser o primeiro Faraó do Egito Antigo. Durante os seus reinados, os faraós possuíam bastante poder político e econômico. Diante disso, marque a alternativa correta sobre o que foi a Teocracia na civilização egípcia.
a) Os Faraós tinham autonomia política e econômica na civilização egípcia, mas, em relação à religião, eles não demonstravam tanta autoridade, pois os deuses eram considerados os mais poderosos pelos indivíduos egípcios.
b) Teocracia foi uma forma de governo no Egito Antigo em que os Faraós promoveram uma aliança entre religião e política, uma vez que eles eram adorados como deuses e respeitados como rei.
c) Um governo teocrático era simplesmente aquele em que os indivíduos eram governados por um Faraó que, apesar do grande poder político e econômico, não era visto como um deus.
d) Somente o Faraó Mentuhotep II, durante o Médio Império, conseguiu promover uma monarquia teocrática em que ele era visto como um deus perante os indivíduos egípcios.



3 – “A religião foi muito importante para a manutenção da ordem existente e, portanto, do domínio dos camponeses pelo Estado, chefiado por um “deus”, o Faraó”. (Vicentino, Claudio. História para o Ensino Médio: história geral e do Brasil: volume único. – São Paulo: Scipione, 2001.p, 44.)
Tendo como base o texto acima e os estudos sobre a organização política do império egípcio assinale a alternativa que apresenta corretamente o sistema político que vigorava no tempo dos faraós:
a) Democracia
b) República
c) Diarquia
d) Teocracia

4 – Analise a imagem abaixo:

Com base na imagem acima julgue os itens que se seguem em Certo ou Errado:
a) O faraó do antigo Egito era visto como uma figura divina, ou seja, juntamente com sua família ocupavam o topo da pirâmide social;
b) A sociedade egípcia era estratificada, sendo assim um camponês jamais ascenderia socialmente ao posto de nobre.
c) Os escravos na sociedade egípcia eram unicamente escravizados por sua condição étnica.
d) As mulheres eram prestigiadas, por isso elas tinham o direito de exercer qualquer função política, econômica ou social em igualdade com aqueles que eram da mesma categoria social.

5 – Analise a imagem abaixo:

Sobre o processo de mumificação assinale a alternativa correta:
a) Todos os habitantes do antigo Egito recebiam o mesmo tratamento no processo de mumificação;
b) É uma técnica utilizada pelos egípcios após a morte de algum indivíduo para o corpo ser conservado e a alma conseguir se separar do corpo;
c) Os órgãos eram retirados no processo de mumificação para evitar que assim a alma não atingisse o mundo dos mortos;
d) O processo de mumificação era realizado somente nos faraós.


6 - (UEPA/2014) Os escribas do Egito antigo ocupavam uma posição subalterna na hierarquia administrativa governamental frente à aristocracia burocrática. Sua posição social era inferior em relação aos conselheiros do Faraó, aos chefes da administração, à nobreza territorial, à elite militar e aos sacerdotes. Mas as características de seu ofício os afastavam de trabalhos forçados e das arbitrariedades das elites, que subjugavam e exploravam camponeses livres e escravos de origem estrangeira. Tal condição privilegiada se explicava:
a) por serem provenientes do meio social dos felás, camponeses livres, que investiam na formação educacional de seus filhos mais inclinados ao serviço público.
b) pelo domínio dos escribas dos segredos da escrita demótica e dos hieróglifos, do cálculo e, por conseguinte, da organização das atividades da administração pública.
c) pela dependência direta de faraós e altos funcionários reais relativa aos conhecimentos dos escribas, que formavam uma corporação intelectual dotada de poder político.
d) pelo domínio exclusivo dos escribas do idioma escrito, da matemática, da agrimensura e dos processos administrativos em geral.
e) pelas possibilidades de ascensão social dos escribas que, em função do sucesso de suas carreiras, poderiam ocupar posições no alto escalão da administração pública.

7 - (UFRGS) – Na África, durante a Antiguidade, entre 3000 a.C. e 322 a.C., desenvolveu-se o primeiro Império unificado historicamente conhecido, cuja longevidade e continuidade ainda despertam a atenção de arqueólogos e historiadores. Esse império
a) legou a humanidade códigos e compilações de leis.
b) desenvolveu a escrita alfabética, dominada por amplos setores da sociedade.
c) retinha parcela insignificante do excedente econômico disponível.
d) sustentou a crença de que o caráter divino dos reis se transmitia exclusivamente pela via paterna.
e) dependia das cheias do rio Nilo para a prática da agricultura.

8 – (ENEM/2009) O Egito é visitado anualmente por milhões de turistas de todos os quadrantes do planeta, desejosos de ver com os próprios olhos a grandiosidade do poder esculpida em pedra há́ milênios: as pirâmides de Gize, as tumbas do Vale dos Reis e os numerosos templos construídos ao longo do Nilo. O que hoje se transformou em atração turística era, no passado, interpretado de forma muito diferente, pois:
a) significava, entre outros aspectos, o poder que os faraós tinham para escravizar grandes contingentes populacionais que trabalhavam nesses monumentos.
b) representava para as populações do alto Egito a possibilidade de migrar para o sul e encontrar trabalho nos canteiros faraônicos.
c) significava a solução para os problemas econômicos, uma vez que os faraós sacrificavam aos deuses suas riquezas, construindo templos.
d) representava a possibilidade de o faraó ordenar a sociedade, obrigando os desocupados a trabalharem em obras públicas, que engrandeceram o próprio Egito.
e) significava um peso para a população egípcia, que condenava o luxo faraônico e a religião baseada em crenças e superstições.

9 – (UnB 1° Dia 2011/2 - Adaptado)



No Antigo Egito, grande parte das pinturas adornava as paredes das pirâmides e retratava a vida dos faraós, os feitos dos deuses e a vida após a morte. Considerando a arte no Antigo Egito e os aspectos estéticos apresentados nas figuras acima, julgue o item que se segue.
a) Na representação da figura humana nas pinturas e nos baixos-relevos do Antigo Egito, realçava-se a cabeça do retratado, de perfil, e os olhos, os braços e o tronco eram representados em posição frontal.
b) A escrita egípcia ficou caracterizada pelo uso do alfabeto, sendo assim as transcrições e traduções do Egípcio antigo para as línguas modernas foi mais fácil que outras línguas da antiguidade.
c) As pirâmides, templos e outras edificações egípcias eram adornadas com as inscrições em hieróglifos retratando as histórias dos faraós e de seus deles;
d) Os deuses egípcios nunca eram retratados nas pinturas, pois para os egípcios, isso seria um sacrilégio.

10 – (UnB 2018/1) Leia o fragmento de texto e julgue os itens a seguir: “O filme Deuses do Egito é mais branco que o Oscar 2016. E, naquele caso, há um agravante: o filme se passa em um país do norte da África. O elenco principal parece mais apropriado para uma lenda celta do que para o Egito antigo, pois quase todos os atores são brancos. Esse branqueamento histórico foi motivo de fortes críticas nos Estados Unidos. A produtora e o diretor pediram desculpas ao público. Eles repetiram a velha tradição hollywoodiana de colocar atores brancos nos papéis principais: Charlton Heston encenou Moisés em Os Dez Mandamentos (1956) e Elizabeth Taylor foi Cleópatra (1963). Ou seja: Hollywood não mudou. E não percebeu que o mundo à sua volta, sim”. (Ricardo Calil Polêmica racial encobre a ruindade do longa épico Deuses do Egito In: Folha de S. Paulo, 27/2/2016 Internet. - com adaptações)
a) O texto critica a escolha de atores brancos para o elenco principal do filme Deuses do Egito, com base no argumento de que, tal escolha, uma tradição hollywoodiana, é incoerente com as características da população do país onde a história se passa.
b) O texto aborda o racismo existente em Hollywood, por não aceitarem a grandeza da sociedade egípcia e sua etnia negra.
c) Os filmes citados no texto não retratam fielmente os aspectos étnico-culturais da sociedade egípcia.
d) Podemos estabelecer uma relação anacrônica, além do racismo, na representação etimológica equivocada da sociedade egípcia por Hollywood.


11 – (UnB 2018/1 - adaptado)  Leia o texto a seguir: “T’Challa é um rei-guerreiro da nação africana fictícia de Wakanda. O herói de rosto africano é a estrela do filme Pantera Negra, a primeira grande produção cinematográfica derivada dos quadrinhos da Marvel a trazer um protagonista e um elenco principal negros para o centro da tela. Subvertendo os estereótipos que frequentemente cercam o continente africano, Wakanda nunca foi colonizada. É extremamente desenvolvida, dona de uma secreta tecnologia avançada cuja estética se apoia no afrofuturismo”. (Tory Oliveira Pantera Negra e o racismo no universo nerd In Carta Capital, 11/2/2018 Internet - com adaptações)
A respeito dos sentidos e das estruturas linguísticas desse fragmento de texto e dos múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue os itens.
a) A história africana é marcada pela existência de importantes Estados, impérios e civilizações detentoras de grande diversidade de estruturas societárias e culturais, tais como o Egito faraônico e os reinos de Kush, Gana, Mali, Songhai e Kongo.
b) No filme abordado no texto, as sociedades apresentadas são tecnologicamente inferiores as sociedades europeias.
c) O rei T’Challa, assim como os faraós antigos são adorados como um deus.
d) Wakanda, o reino fictício dos quadrinhos da Marvel é um exemplo de sociedade teocrática.



“Em tempos de crise, os sábios constroem pontes, enquanto os tolos constroem muros”
Rei T’Challa – Pantera Negra

terça-feira, 23 de junho de 2020

Exercícios: Revoltas Nativistas no Brasil Colonial


Link para a explicação do conteúdo e para os slides!

Bons estudos!

1 - (FGV) "A confrontação entre a loja e o engenho tendeu principalmente a assumir a forma de uma contenda municipal, de escopo jurídico-institucional, entre um Recife florescente que aspirava à emancipação e uma Olinda decadente que procurava mantê-lo numa sujeição irrealista. Essa ingênua fachada municipalista não podia, contudo, resistir ao embate dos interesses em choque. Logo revelou-se o que realmente era, o jogo de cena a esconder uma luta pelo poder entre o credor urbano e o devedor rural." (Evaldo Cabral de Mello. A fronda dos mazombos, São Paulo, Cia. das Letras, 1995, p. 123). O autor refere-se:
a) ao episódio conhecido como a Aclamação de Amador Bueno.
b) à chamada Guerra dos Mascates.
c) aos acontecimentos que precederam a invasão holandesa de Pernambuco.
d) às consequências da criação, por Pombal, da Companhia Geral de Comércio de Pernambuco.
e) às guerras de Independência em Pernambuco.

2 - (UFRN) A Guerra dos Emboabas, a dos Mascates e a Revolta de Vila Rica, verificadas nas primeiras décadas do século XVIII, podem ser caracterizadas como:
a) movimentos isolados em defesa de ideias liberais, nas diversas capitanias, com a intenção de se criarem governos republicanos;
b) movimentos de defesa das terras brasileiras, que resultaram num sentimento nacionalista, visando à independência política;
c) manifestações de rebeldia localizadas, que contestavam alguns aspectos da política econômica de dominação do governo português;
d) manifestações das camadas populares das regiões envolvidas, contra as elites locais, negando a autoridade do governo metropolitano.
e) manifestações separatistas de ideologia liberal contrárias ao domínio português.

3 -  (Fgv 2006) – Antunes voltou ao capão e transmitiu a seus companheiros as promessas de Bento. Os paulistas saíram dos matos aos poucos, depondo as armas. Muitos não passavam de meninos; outros eram bastante velhos. Sujos, magros, cambaleavam, apoiavam-se em seus companheiros. Estendiam a mão, ajoelhados, suplicando por água e comida. Bento fez com que os paulistas se reunissem numa clareira para receber água e comida. Os emboabas saíram da circunvalação, formando-se em torno dos prisioneiros. Bento deu ordem de fogo. Os paulistas que não morreram pelos tiros foram sacrificados a golpes de espada. (Ana Miranda, O retrato do rei)
O texto trata do chamado Capão da Traição, episódio que faz parte da Guerra dos Emboabas, que se constituiu
a) em um conflito opondo paulistas e forasteiros pelo controle das áreas de mineração e tensões relacionadas com o comércio e a especulação de artigos de consumo como a carne de gado, controlada pelos forasteiros.
b) em uma rebelião envolvendo senhores de minas de regiões distantes dos maiores centros – como Vila Rica – que não aceitavam a legislação portuguesa referente à distribuição das datas e a cobrança do dízimo.
c) no primeiro movimento colonial organizado que tinha como principal objetivo separar a região das Minas Gerais do domínio do Rio de Janeiro, assim como da metrópole portuguesa, e que teve a participação de escravos.
d) no mais importante movimento nativista da segunda metade do século XVIII, que envolveu índios cativos, escravos africanos e pequenos mineradores e faiscadores contra a criação das Casas de Fundição.
e) na primeira rebelião ligada aos princípios do liberalismo, pois defendia reformas nas práticas coloniais e exigia que qualquer aumento nos tributos tivesse a garantia de representação política para os colonos.

4 – “A Conjuração dos Alfaiates, também conhecida como Conjuração Baiana ou Inconfidência Baiana, foi um movimento organizado na Bahia em 1789.O movimento não chegou a se concretizar, a não ser pelo lançamento de alguns panfletos e várias articulações. Quatro dos principais acusados foram enforcados e esquartejados. Outros receberam penas de prisão ou banimento. A severidade das penas foi desproporcional à ação e às possibilidades de êxito dos conjurados.” (Boris Fausto, História do Brasil. Adaptado)

A “severidade das penas” impostas aos acusados a que se refere o texto, pode ser explicada pela:
a) relutância dos acusados em acolher os ideais da Revolução Francesa (1789) e da Independência dos Estados Unidos da América (Revolução Americana, 1776).
b) adesão e apoio que os revoltosos obtiveram junto ao governador da província e de outros representantes da elite baiana.
c) origem e pela condição social dos acusados, ou seja, mulatos, negros livres ou libertos e escravos, todos pobres.
d) liderança do médico Cipriano Barata que, por sua atuação em revoltas anteriores, foi preso e enforcado pelas autoridades da província baiana.
e) escassez de gêneros alimentícios e pelo aumento do custo de vida em Salvador, decorrentes das ações dos quatro condenados.

5 - (UFMG 2008)
Leia este trecho, que contém uma fala atribuída a Joaquim José da Silva Xavier:

“... se por acaso estes países chegassem a ser independentes, fazendo as suas negociações sobre a pedraria pelos seus legítimos valores, e não sendo obrigados a vender escondido pelo preço que lhe dessem, como presentemente sucedia pelo caminho dos contrabandos, em que cada um vai vendendo por qualquer lucro que acha, e só os estrangeiros lhe tiram a verdadeira utilidade, por fazerem a sua negociação livre, e levado o ouro ao seu legítimo valor, ainda ficava muito na Capitania, e escusavam os povos de viver em tanta miséria.” (Autos de Devassa da Inconfidência Mineira. 2. ed. Brasília: Câmara dos Deputados; Belo Horizonte: Imprensa Oficial de Minas Gerais, 1980. v. 5, p. 117.)
A partir dessa leitura e considerando-se outros conhecimentos sobre o assunto, é CORRETO afirmar que os Inconfidentes Mineiros de 1789:
a) acreditavam que o contrabando aumentava o valor recebido pelas pedras e ouro, pois dificultava sua circulação.
b) consideravam que o monopólio comercial explicava por que as regiões de que se compunha Minas Gerais, cheias de pedras e ouro, ficavam mais ricas.
c) defendiam o livre-comércio, por meio do qual pedras e ouro adquiririam seu real valor, uma vez que seriam vendidos aos estrangeiros legalmente.
d) pensavam que os estrangeiros poderiam tirar vantagens do livre-comércio das pedras e ouro, visando a aumentar seus lucros.

6 – Analise a imagem abaixo:
Ao analisar o organograma acima podemos concluir que:

a) durante o século XVII não tivemos revoltas que buscassem a liberdade da colônia em relação a Coroa portuguesa;
b) Os principais centros de revoltas coloniais durante os séculos XVII e XVIII são as regiões Sul e Sudeste do Brasil;
c) As principais revoltas regionalistas do Brasil colonial foram a Revolta de Vila Rica e a Conjuração Baiana;
d) A conjuração Mineira teve seu êxito ideológico após a prisão e morte de Tiradentes;

7 – Veja a imagem abaixo:
A partir do estudo das revoltas coloniais de caráter regionalista, da manutenção da coroa portuguesa do pacto colonial e a criação das Companhia de Comércio que exercia o monopólio comercial no Maranhão, assinale a alternativa que apresenta corretamente os principais pontos reivindicados pelos irmãos Beckman na revolta de 1684:
a) Os colonos apoiavam a Companhia de Comércio do Maranhão, pois os produtos chegavam com mais frequência a capitania;
b) Os jesuítas e colonos lutavam juntos pela manutenção da escravização das populações indígenas;
c) Os colonos defendiam a escravização do indígena para suprir a falta de mão-de-obra escravizada africana;
d) As demais localidades da Capitania do Grão-Para aderiram aos ideias revolucionários dos irmãos beckman, pois também defendiam a república e a democracia.

8 – Analisando a imagem abaixo e o contexto histórico do século XVII julgue os itens a seguir:
a) Com o fim da União Ibérica em 1640, Portugal proíbe a escravização indígena e força os colonos a comprarem escravos de origem africana;
b) Os bandeirantes tinham como principal fonte de rendo o tráfico de índios escravizados, por isso com a proibição da escravização indígena após a União Ibérica, eles se rebelaram contra a Coroa Portuguesa;
c) A Aclamação de Amador Bueno pelos paulistas em 1641, mesmo não sendo um movimento que prosperou, mostrou a insatisfação de uma parcela da população contra o domínio português no Brasil;
d) Amador Bueno frustrou os planos dos paulistas a declarar fidelidade a coroa portuguesa;

9 – analise a imagem:
Essa bandeira representa os ideais de qual movimento separatista do Brasil Colonial?
a) Revolta de Felipe dos Santos;
b) Revolta de Vila Rica;
c) Guerra dos Mascates;
d) Conjuração Mineira;
e) Conjuração Baiana.

10 – A imagem abaixo apresenta as figuras de Lucas Dantas de Amorim Torres, Manuel Faustino dos Santos Lira, Luís Gonzaga das Virgens e João de Deus Nascimento que foram executados pela coro portuguesa em decorrência de qual revolta separatista no Brasil colonial?
a) Revolta de Beckman;
b) Guerra dos Emboabas;
c) Aclamação de Amador Bueno;
d) Conjuração Mineira;
e) Conjuração Baiana

"Liberdade que é tarde demais"